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17 de agosto de 2013

Solenidade da Assunção de Nossa Senhora


Hoje, a Igreja celebra a Solenidade da Assunção de Nossa Senhora. Maria assunta ao céu, exaltada acima dos anjos e triunfante junto ao seu filho Jesus, é sinal de esperança para nós, povo de Deus.
É dogma de nossa fé. Esse dogma pronunciado pelo Papa Pio XII, em 1950, declara que Maria não precisou aguardar o final dos tempos para obter a ressurreição corpórea, foi elevada em corpo e alma ao céu. E intercede por nós junto ao seu filho Jesus.
A íntima união com seu filho Jesus nos revela que Maria triunfa, não somente sobre o pecado, mas também sobre a morte.
Padre Léo, apaixonado por Jesus e Maria, vem nos falar em seu livro: “Cheia de Graça” sobre essa intimidade: "A diferença infinita que há entre Maria e Jesus não pode nos impedir de perceber e de testemunhar a intimidade profunda, também infinita, que há entre os dois".
E continua, nos convidando a olharmos para Maria como co-redentora: "A ciência diz que qualquer uma outra mulher que tivesse concebido não seria Ele; não seria o sangue dele. O sangue humano que Jesus teve nas veias, o sangue que se transubstancia na Eucaristia, foi recebido única e exclusivamente de Maria. Por isso, ela é co-redentora".
À Luz da Doutrina da Igreja católica e da Sagrada Escritura, padre Léo nos apresenta em seu livro um roteiro, onde seguimos os passos de Maria com seu filho Jesus, unidos no amor e na dor. A discípula, que com gestos e palavras, nos transmite a grande esperança da vida que Jesus veio trazer aos homens.
Maria, a mãe do Redentor, mas também sua cooperadora, a ele intimamente unida na luta e na vitória final:“O útero de Maria foi o lugar escolhido por Deus para celebrar de modo carnal, humano, concreto e material a Nova e Eterna Aliança entre o céu e a terra”.
Olhando para Maria assunta ao céu, a mais perfeita seguidora de Jesus, que possamos ser cristãos autênticos, crescendo na fé e no amor do Pai, do Filho e do Espírito Santo, pois a plenitude da salvação cristã é o corpo glorioso.

1 de agosto de 2013

AGOSTO MÊS DAS VOCAÇÕES


Somos chamados à Santidade, eis a nossa primeira vocação.

“Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: Ele nos abençoou com toda a bênção espiritual nos céus, em Cristo. Nos escolheu em Cristo antes de criar o mundo para que sejamos santos e sem defeito diante dele, no amor. Ele nos predestinou a sermos seus filhos adotivos por meio de Jesus Cristo conforme a benevolência da Sua vontade para o louvor da sua glória, e da graça com que derramou abundantemente sobre nós por meio do Seu Filho querido" (Ef 1,3-6). 

“Em Cristo recebemos nossa parte da herança, conforme o projeto daquele que tudo conduz segundo a Sua vontade. Em Cristo ouvimos a Palavra da verdade, o evangelho que nos salva. Em Cristo, pela fé, fomos marcados com o selo do Espírito Santo, garantia da nossa herança”.

Sejamos pela graça de Deus, santos e irrepreensíveis
Equipe Virgem Peregrina da Família 

O mês de agosto é dedicado em especial às vocações.

Neste mês a Igreja celebra as vocações: sacerdotal, diaconal, religiosa, familiar e leiga. É um mês voltado para a reflexão e a oração pelas vocações e os ministérios, de forma a pedir a Deus sacerdotes que sejam verdadeiros pastores e sinais de comunhão e unidade no seio da Igreja. 
"Não fostes vós que me escolhestes; fui eu que vos escolhi ..." (Jo 15,16)

Instituído na 19ª Assembléia Geral da CNBB em 1981, o Mês Vocacional tem como objetivos conscientizar as comunidades da responsabilidade que elas compartilham no processo vocacional. Presente na maioria das paróquias, a Pastoral Vocacional tem buscado celebrar este mês com animação e criatividade tendo sempre por fim suscitar novas vocações. 
Durante o mês cada domingo é reservado para a reflexão e celebração de uma determinada vocação: 

Primeiro Domingo – Vocações Sacerdotais – Dia do Padre

No primeiro domingo do mês vocacional celebramos o Dia do Padre inspirado pela festa de S. João Maria Vianney, patrono do clero. O ministério sacerdotal está a serviço de todos os demais serviços na vida Igreja. A pessoa do padre tem um valor muito grande para a comunidade uma vez que a ele foi confiada a missão de evangelizar. O sacerdote age em nome de Cristo e é seu representante dentro daquela comunidade. Ao padre compete ser pastor e pai espiritual para todos sob sua responsabilidade. Pela caridade pastoral, ele deve buscar ser sinal de unidade e contribuir para a edificação e crescimento da comunidade de forma que ela torne-se cada vez mais atuante e verdadeira na vivência do Evangelho. 

Os diáconos são celebrados no dia 10 de agosto, na festa de S. Lourenço. Tendo recebido o sacramento da Ordem, os diáconos estão a serviço dos padres e bispos, no exercício da caridade e do anúncio do Evangelho. A presença do diácono é uma grande benção para todas as comunidades. 

Segundo Domingo – Vocação Familiar – Dia dos Pais

Neste domingo celebramos a vocação da família na pessoa do pai. Em tempos de violência e perda de valores, a valorização da família é essencial para a sociedade como um todo. A família é chamada por Deus a ser testemunha do amor e da fraternidade, colaboradora da obra da Criação. 

O Pai na família é fundamental. Seu papel de educador, em colaboração com a mãe, é um dos pilares da unidade e bem estar familiar cujos frutos são filhos bem formados e conscientes do que significa ser cristão e cidadão. O pai é representante legítimo de Deus perante os filhos e é sua missão conduzi-los nos caminhos de Cristo, da verdade, da justiça e da paz. Cabe aos pais que o amor, compaixão e harmonia reinem no lar. Ser pai é buscar um mundo melhor para os filhos e demonstrar que a família deve sempre ser a base da nossa sociedade. 

Terceiro Domingo – Vocações Religiosas – Dia da Vida Religiosa 

No terceiro domingo do mês vocacional, a Igreja lembra dos religiosos. Homens e mulheres que consagraram suas vidas a Deus e ao próximo. Desta vocação brotam carismas e atuações que enriquecem nossas comunidades com pessoas que buscam viver verdadeiramente seus votos de castidade, obediência e pobreza. São testemunhos vivos do Evangelho. 

Perseverantes, os religiosos estão a serviço do Povo de Deus por meio da oração, das missões, da educação e das obras de caridade. Com sua vida consagrada, eles demonstram que a vida evangélica é plenamente possível de ser vivida, mesmo em mundo excessivamente material e consumista. São sinais do amor de Deus e da entrega que o homem é capaz de fazer ao Senhor. 

Quarto Domingo – Vocações Leigas - Dia dos Ministérios Leigos

Neste dia celebramos todos os leigos que, entre família e afazeres, dedicam-se aos trabalhos pastorais e também missionários. Os leigos atuam como colaboradores dos padres na catequese, na liturgia, nos ministérios de música, nas obras de caridade e nas diversas pastorais existentes. 

Ser leigo atuante é ter consciência do chamado de Deus a participar ativamente da Igreja e do Reino contribuindo para a caminha e o crescimento das comunidades rumo a Pátria Celeste. Todo leigo tem um carisma e recebe dons de Deus que são colocados a serviço do próximo pelo bem de todos. Assumir esta vocação é doar-se pelo Evangelho e estar junto a Cristo em sua missão de salvação e redenção. 

Dia do Catequista 

Nos anos em que o mês de agosto possui cinco domingos, a Igreja celebra neste dia o ministério do Catequista. Os catequistas são, por vocação e missão, os grandes promovedores da fé na comunidade cristã preparando crianças, jovens e adultos não só para os sacramentos, mas também para darem testemunho de Cristo e do Evangelho no mundo. 

Por Anderson Mendanha
Fonte: Catedral Metropolitana Nossa Senhora de Aparecida
Equipe Virgem Peregrina da Família
www.virgemperegrina.com.br

12 de fevereiro de 2013

QUARTA FEIRA DE CINZAS

Na Quarta-feira de Cinzas, nas missas celebradas nas Paróquias e Comunidades, se benzem e impõem as cinzas feitas de ramos de oliveiras ou palmeiras, bentos no Domingo de Ramos do ano anterior. Em procissão, os cristãos e cristãs recebem na fronte um pouco dessas cinzas para expressar o desejo e votos de assumir o processo de conversão que se iniciou no Batismo, por uma vida de oração, esmola e jejum. As cinzas nos lembram que todo orgulho, prepotência, bens materiais não são nada mais do que cinzas após a morte.

Conscientes de nossa pequenez, somos chamados a ser agentes de transformação de uma sociedade injusta, desigual e violenta, através de obras, ações, do amor que entrega a própria vida pela vida do outro.

http://arquidiocesecampinas.com/liturgia/tempo-da-quaresma-2013

23 de setembro de 2012

FEIRA CATEQUÉTICA

Aconteceu no dia 22 de setembro de 2012, a 2ª feira catequética da comunidade Santo Antônio de Igaratinga. Foi um momento muito importante para a catequese, para a Igreja e principalmente para os catequizandos que se mostraram entusiasmados ao apresentarem seus trabalhos e exporem o que aprenderam na catequese.
Agradecemos a Deus pelo trabalho realizado com louvor.

15 de setembro de 2012

VEM AÍ A 2ª FEIRA CATEQUÉTICA DA MATRIZ DE SANTO ANTÔNIO

Acontecerá no dia 22 de setembro de 2012, a  partir das 16h, no Centro Pastoral.

Com muito amor e dedicação , catequistas e catequizandos preparam-se durante todo a ano para este momento tão especial, em que os pais se reúnem para prestigiar os trabalhos desempenhados por seus filhos na catequese.
Criança tem muita criatividade. Nós, catequistas, precisamos aprender como explorar mais essas habilidades, que tornam o ambiente da catequese mais agradável, e facilidade o entendimento. Neste cartaz eu simplesmente expliquei e eles fizeram muito bem feito. O tronco eu fiz e levei escrito: "Árvore da vida". Eles fizeram o contorno das mãos, recortaram e colaram palavras retiradas de revistas como, amor, perdão, amizade, caridade, luz, paz, alegria, etc.

3 de agosto de 2012

AGOSTO - MÊS DAS VOCAÇÕES

O mês de agosto abre-se com a celebração do Dia do Padre e a festa de São João Maria Vianney, o santo Sacerdote que foi pároco na cidadezinha de Ars, perto de Lyon, na França. Daí o cognome, pelo qual também é conhecido, de Cura d’Ars, e o título de padroeiro dos párocos, vigários e capelães.
A missão do padre se reveste de dois aspectos de uma mesma realidade: o povo para o padre e o padre para o povo. O povo, para o padre, é a sua maior riqueza. Ele deixa a família na qual nasceu e abre mão da perspectiva de formar uma nova família, para assumir todos os seres humanos como seus irmãos, suas irmãs e sua mãe, conforme Jesus ensina no Evangelho (cf. Mt 12,48-50 e paralelos). O padre vendeu tudo para adquirir esse tesouro, não com o objetivo de possuí-lo, mas de conduzi-lo ao encontro de Deus, na prática da comunhão fraterna com o próximo e guiado pelos verdadeiros valores.
A Igreja é a família de Deus aqui no tempo. Onde quer que se encontre esta comunidade, lá se estende a paternidade do Pai, a fraternidade de Cristo e a comunhão de amor no Espírito Santo. O próprio Senhor confiou-a aos seus ministros: “Ide, pois, e ensinai a todas as nações; batizai-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19).
Portanto, a capacidade de liderar é dom de Deus, que o concede através do chamado vocacional. Mas, ser líder de uma porção desse povo exige dedicação total, santidade de vida e senso pastoral. Além disso, é preciso aprimorar a competência humana, para enfrentar os desafios do mundo atual, sobretudo no que se refere à cura das almas, como se afirma. 
O Concílio Vaticano II dedicou grande empenho ao tema da Igreja, legando-nos um documento fundamental sobre ela - a Constituição dogmática Lumen Gentium (“Luz dos Povos”). O documento nos apresenta a Igreja como povo de Deus, sem, no entanto, obscurecer a sua dimensão hierárquica. Estabelece, assim, o correto equilíbrio entre ambas as instâncias, corrigindo exageros ou omissões, cometidos por alguns, chamados peritos, no passado.
A imagem do povo de Deus surge, também, nas Conferências Episcopais Latino-Americanas. O Documento de Medellin (IIª Conferência, 1968) retratou um período difícil para a Igreja, devido aos problemas com a Teologia da Libertação ou, pelo menos, com algumas de suas linhas, ideologizadas pela esquerda, que defende a luta de classes e diversos outros aspectos negativos, contrários ao Evangelho e à unidade do povo de Deus.
A IIIª Conferência (Puebla, 1979) mostrou-se bem mais eloqüente: definiu melhores critérios, esclarecendo as relações entre o povo de Deus e a hierarquia, e destacando a missão das paróquias, junto às populações das cidades onde se encontram. Foi um período maravilhoso para a Igreja na América Latina, quando se atribuiu a devida importância à correta formação do povo de Deus, segundo a orientação do Vaticano II.
A seguir, a IVª Conferência (Santo Domingo, 1992) elaborou uma excelente síntese sobre a complexa e multiforme realidade do povo de Deus na América Latina, dentro da necessidade de uma Nova Evangelização, que parte da promoção humana integral.
Finalmente, a Vª Conferência Latino-Americana e do Caribe (Aparecida, 2007) pontualizou a realidade do povo de Deus, como discípulo e missionário, chamado a anunciar o Evangelho em meio às vozes do pluralismo cultural do nosso tempo. A presença do Papa entre nós, naquela ocasião, também reavivou a relação filial do povo de Deus com seu supremo Pastor, responsável por todos e cada um de nós.
Quem tem o povo, tem Deus em sua comunidade. E se o povo está distante do líder, acaba distante de Deus, em busca de uma autonomia ilusória. Aí começam os verdadeiros problemas de uma comunidade. O Papa João Paulo II dizia que a melhor maneira de se concretizar a Igreja em uma comunidade é sempre a paróquia. Embora configurada de maneira nova, é ela que aglutina, que reúne, que congraça, verdadeiramente, esse povo de Deus, a caminho da eternidade.
Guiar um povo pode acarretar tristezas e, até, angústia, para o padre, mas também lhe proporciona incontáveis alegrias. O que o padre deve ser para o povo? No desempenho dessa missão, ele deve incentivar o aprimoramento de certas qualidades, fundamentais para que as ovelhas se configurem ao Bom Pastor.
Em primeiro lugar, o povo precisa estar aberto à Palavra inspirada, que o padre transmite, em nome de Cristo. Tal abertura é condição essencial à santidade, pois o fiel torna-se santo pela própria força da Palavra que lhe é comunicada, semeada no seu íntimo, como falam os profetas.
O povo também é profético. Catequistas, membros de Pastorais e Movimentos, líderes da caridade social, desde que não se tornem ideologizados, são uma bênção para a Igreja de Deus. Conscientes de sua condição de batizados, são autênticas testemunhas, que anunciam a presença do Reino onde quer que vão, pelo seu modo de agir, sobretudo lá onde o padre não pode chegar, como em ambientes de política, de trabalho, de lazer e outros mais.  
Esse povo deve ser orante, um povo que reza, que sabe dialogar com Deus e que, assim, é capaz de dialogar em comunidade. Acentuo, aqui, a importância da oração da comunidade, enquanto paróquia: o povo que reza, que canta, que se expressa num diálogo de amizade com Deus, através do culto litúrgico. Esse clima, verdadeiramente familiar e acolhedor, deve acontecer na paróquia, e quem lidera tudo isso é o padre.
Observemos que, para realizar tudo isso, o padre precisaria ser alguém de qualidades excepcionais. Conforta-nos a certeza de que o dom de Deus jamais nos falta, e é nele que se fundamenta a nossa esperança. Mas a dedicação pessoal, corroborando a ação divina, não pode faltar. Para isso, o próprio Deus também cuida de nos deixar exemplos luminosos, de gente como nós, que nos antecedeu na missão. Assim é que os padres, sobretudo os párocos, têm diante de si o modelo do Pároco de Ars.
São João Maria Vianney não foi um sacerdote brilhante, do ponto de vista da ciência humana, mas foi um homem de Deus, no sentido mais perfeito do termo. Recebeu o pastoreio, a “cura”, como tradicionalmente se diz, de uns 300 fiéis, naquela pequena aldeia. A princípio, não quiseram lhe confiar mais. Ele, porém, veio a se tornar o maior confessor de seu tempo, a ponto de ser procurado para ministrar o Sacramento da Penitência a gente de todas as partes da França, e mesmo da Europa.
O padre deve ser, antes de tudo, um homem de oração e de ascese, como o Cura d’Ars. Deve santificar e fortalecer os fiéis com o ensinamento da Palavra e a graça dos Sacramentos. Enfim, deve reconhecer, como único fundamento de sua obra, o próprio Cristo, que lhe concedeu o privilégio imerecido de torná-lo presente junto ao seu povo. Rezemos para que nossos padres cumpram, com fidelidade e entusiasmo, esta sublime missão que lhes foi confiada por Deus, através da Igreja visível.

CARDEAL D. EUSÉBIO OSCAR SCHEID
Arcebispo da Arquidiocese do Rio de Janeiro

14 de julho de 2012

Sinais, Gestos e Símbolos da Missa

Desde os primeiros séculos, os cristãos sentiram a necessidade de expressar seus louvores a Deus através de gestos, símbolos e sinais que fossem compreensíveis a todas as pessoas. Assim, com o passar dos séculos, a Liturgia da Missa se desenvolveu e se enriqueceu.
Para aproveitar as inúmeras graças concedidas durante a Missa, todo fiel deve tentar conhecê-la melhor e não simplesmente repetir o que os outros fazem ou dizem, sem saber o porquê. A Missa compreendida pode ser mais amada e muito bem amada! No entanto, ninguém ama aquilo que não conhece e, dessa forma, acaba por não se beneficiar tanto quanto poderia...
Gestos, Símbolos e Sinais
Assim como toda a nossa vida, também a Missa é formada por diversos gestos, símbolos e sinais. São meios humanos de se expressar o louvor e a adoração que podemos prestar a Deus, além de nossas súplicas. Obviamente, tudo isso possui significado específico dentro da Missa. Devem ser feitos de maneira lúcida e não de qualquer modo; em caso contrário perdem o seu grande valor: quando fazemos algo sem saber seu significado e seu motivo, que valor poderá ter para Aquele a quem é dirigido? Portanto, toda Liturgia é formada por estes três elementos: Sinal, Símbolo e Gesto.

Sinais
Sinal é o que nos faz lembrar ou que representa algo, seja um fato ou um fenômeno presente, passado ou futuro. Podemos dizer que o sinal ou figura é sempre menor que o seu significado. Por exemplo: quando colocamos galhos ou ramos de árvores em uma curva na estrada, alertamos aos outros carros que pode haver um acidente ou veículo parado na estrada, logo após a curva. Um outro exemplo de sinal, dentro do ambiente cristão, é o uso da vela: a chama de uma vela acesa pode significar a Luz Divina ou a vida eterna, que nunca se acaba. Observe que ambos os exemplos são de conhecimento universal.

Símbolos
O símbolo, ao contrário do sinal, exige um conhecimento especial prévio. Pode não representar nada para as pessoas que não convivem num determinado meio ou não pertencem a certo ambiente. Os primeiros cristãos desenhavam, além de cruzes, peixes nas catacumbas onde se escondiam da perseguição romana. Por que peixes? Porque a palavra "peixe", em grego (IXTUS), correspondia à abreviação da expressão"Jesus Cristo Filho de Deus Salvador".

Gestos
Os gestos são movimentos que fazemos com nossos braços, mãos, pés, cabeça, etc., ou, ainda, com todo o nosso corpo, e que também possuem significados. Na Missa, os gestos devem ser sinceros, pois são dirigidos ao Sagrado. E quando todos fazem o mesmo gesto, demonstra-se a unidade da comunidade. Unir as palmas das mãos durante a oração significa súplica e entrega a Deus; ajoelhar-se pode significar adoração; inclinar a fronte significa concordância; elevar as mãos pode significar louvor e/ou ação de graças. Sentar-se com o tronco ereto e o corpo voltado para o Altar significa atenção.
Quando se evoca a Presença Real de Jesus Cristo na Comunhão Eucarística, é importantíssimo que você compreenda a maravilha e a magnitude do que ocorre naquele momento: o Apóstolo São Paulo diz que quem se aproxima indignamente da sagrada Mesa, come e bebe sua própria condenação (1Cor 11, 28-29): é difícil ser mais severo do que isso, e com toda a justiça. Quando o Corpo e o Sangue de Cristo forem elevados pelo sacerdote, adore e agradeça. Aproxime-se da Sagrada Eucaristia com reverência. É Deus mesmo que você vai receber!
Antes e acima de tudo, lembre-se: você deve participar na Santa Missa com alegria no coração, devoção, profundo amor e senso de gratidão. Você está participando no ritual da renovação do Sacrifício de Nosso Senhor Jesus Cristo para a sua salvação e de toda a humanidade. Nunca se esqueça do quão importante é isto!
gporainhadapaz.blogspot.com

13 de julho de 2012

Gestos e símbolos católicos

O sinal da cruz  é gesto simples e significativo, usado inicialmente, no batizado. Indica que a pessoa é batizada, pertence a Cristo e que Ele é o seu salvador. As Igrejas Católicas Ortodoxas também o usam.
Nos primeiros séculos os cristãos tinham como símbolo o pão, o vinho e o peixe. A partir do século quatro a cruz foi se difundindo como símbolo cristão, daí,  surge o costume de fazer o sinal da cruz no corpo. Primeiramente era feito somente uma cruz com o dedo polegar na testa. Depois o sinal da cruz foi ampliado, abrangendo o peito e os ombros. Isto teria ocorrido a partir do século nove, sob a orientação do Papa Leão IX.

Fonte(s): revistagalileu.globo.com

23 de junho de 2012

UM POUCO DE NOSSA CATEQUESE...

Na catequese da  Matriz de Santo Antônio em Igaratinga não tem rotina!

A turminha da iniciação I, das catequistas Jaqueline e Priscila participaram de um encontro diferente na manhã de sábado, dia 23/06/2012. 
Tiveram um agradável momento de oração, confraternização e diversão na pracinha da igreja. 
Todos estavam muito felizes!


 Momento de oração
É hora de agradecer a Deus por este momento especial e pedir proteção para nossas crianças.


Como de costume, a cada semana uma criança leva a imagem de Santa Terezinha para casa e traz no encontro seguinte para entregar para outro colega levar. A escolha é feita através de sorteio. As crianças adoram participar!


Hora de brincar!
Esta brincadeira se chama JACA E JACARÉ. É igual se brinca de "morto e vivo"- 
(jacaré de pé e jaca abaixado).


Hora do lanche.

18 de junho de 2012

ENCONTRO DE CATEQUISTAS

Tema Bíblico para este encontro: 
Os Discípulos de Emaus

Aconteceu na manhã de domingo, dia 17/06/2012, na comunidade de Nossa Senhora das Dores em Antunes um Encontro de Espiritualidade para todos os catequistas da Paróquia Santo Antônio de Igaratinga. 


O animador do encontro foi o palestrante Reni, de Pará de Minas, que desenvolve um belo trabalho de formação para catequistas.

Estavam presentes também os seminaristas, Rodrigo, Juliano e Lucas.

Foi uma manhã muito agradável e proveitosa, pois todos participaram com alegria das dinâmicas, dos momentos de reflexão e partilha.
Logo após a recepção, cafezinho, apresentação e oração inicial teve uma dinâmica para descontração e entrosamento do grupo. Foi ótima essa dinâmica onde o apresentador convidou três catequistas para irem até  à frente e deu para cada um deles um papel, onde estava escrito o que o grupo todo deveria fazer. No 1º papel estava escrito "beijo grátis", no 2º "aperto de mão grátis" e no 3º "abraço grátis". Todos se abraçaram, se beijaram e apertaram as mãos uns dos outros. Foi super divertido!

Meditando a Palavra de Deus

Em seguida, foi apresentado o texto Bíblico, Os discípulos de Emaús, com reflexões muito profundas comparando nossa missão catequética com a caminhada dos dois discípulos.
O texto foi meditado baseando-se em três palavras: 


O CAMINHO: Os discípulos percorreram um caminho. Neste caminho eles sentiram medo, solidão, angústia, etc. Em nossa caminhada de catequese acontece o mesmo, quando fraquejamos e deixamos que os obstáculos nos impeçam de anunciar com entusiasmo a Palavra de Deus.

O ENCONTRO: Enquanto iam andando pelo caminho os discípulos encontram com Jesus, mas estavam com o coração tão fechado que não o reconheceram. Nós também temos dificuldade de enxergar Jesus no rosto de cada irmão, porque muitas vezes nos tornamos cegos diante dos mistérios de Deus.

A PALAVRA: Os dois discípulos conversavam pelo caminho. Quando se caminha sozinho, a distancia parece que fica maior, diferente de quando se caminha na companhia de alguém. Durante uma caminhada as pessoas falam sobre diversos assuntos, trocam ideias, colocam as "fofocas" em dia, e o tempo voa. Foi o que aconteceu com aqueles dois discípulos. Eles discutiam sobre o que tinha acontecido com Jesus, e estavam tão distraídos que nem perceberam que falavam daquele que se aproximou e começou a caminhar com eles. A princípio, Jesus não interrompeu a conversa. Só depois de ouvir atentamente o que eles falavam ele perguntou o que eles andavam falando pelo caminho. Em momento algum Ele se apresentou àqueles dois discípulos. Eles O reconheceram quando Ele partiu o pão e disseram: Não ardia nosso coração quando Ele caminhava conosco?
É isso aí. Coração de catequista tem que arder, abrasar, para que possa cumprir a missão com entusiasmo e transmitir o amor  de Cristo através de palavras e atitudes.


Dinâmicas

Houve muitas brincadeiras durante o encontro e algumas destas,  podemos adaptar à catequese tornando mais atraente nossos encontros semanais.  Essas dinâmicas envolvem muitos valores como cooperação, confiança, amizade, solidariedade, etc.

Nesta brincadeira os participantes formam em círculo  observando bem os colegas que estão à direita e à esquerda. O coordenador dita as regras.
Alguém liga o som e todos têm que soltar as mãos e dançar. Quando a música parar, todos param como se fossem estátuas.
Agora todos tem que segurar novamente as mãos dos colegas da direita e da esquerda, sem sair do lugar.
Quando todos conseguem vem a parte mais difícil:  Desenrolar o bolo sem soltar as mãos. 
Ficou quase perfeito!

Em nossa vida diária convivemos com várias pessoas, no trabalho, na escola, onde quer que estejamos, mas quando voltamos pra casa, junto de nossa família, nos sentimos seguros, protegidos, felizes, pois temos confiança naqueles que nos amam de verdade. Confiança é tudo!

Guia de cego

Não pode deixar cair.
Em grupos de cinco pessoas revezando para que todos participem.
Quem está no centro da roda fecha os olhos e amolece o corpo pendendo-se  para todos os lados. Nesta dinâmica podemos perceber a dificuldade que temos de confiar uns nos outros. 

Outra dinâmica legal e de muita responsabilidade para os participantes foi essa: algumas pessoas foram convidadas a irem até à frente e tinham que falar sobre "A Missão Catequética" durante 30 segundos, e o próximo teria que dar continuidade ao assunto.
Foi muito bom!


A caminhada


Assim como os discípulos de Emaús fizeram, nós também percorremos todos juntos um caminho dentro do salão, que foi preparado com muita criatividade, onde havia pontos com símbolos importantíssimos, que nos levavam a refletir a partir de comparações,  nossa missão catequética. Veja algumas imagens:

Pedras e espinhos
Vela acesa
A Bíblia Sagrada
Sandálias em várias direções
 Quadro de Jesus Misericordioso
Imagem de Nossa Senhora
Livros catequéticos

Para finalizar a caminhada, chegamos a um lugar muito especial. Uma sala escura, cheia de luzes decorativas e cadeiras onde os catequistas iam entrando e se acomodando. Quando todos entraram, acenderam-se as luzes e todos foram surpreendidos com um banquete que haviam preparado para os participantes do encontro. Olhe aí: Pão, Mel, Vinho e Ervas amargas.


Muito obrigada Mariane, você é muito gentil, mas eu prefiro o mel!


Momento de partir e repartir o pão 

Convidaram um catequista novato, um que tenha mais tempo na catequese e o mais antigo na catequese para partir o pão. Falando em catequista mais antigo, adivinhe pra quem sobrou essa?
Alguém tire as fotos por favor!


Momentos finais
Agradecimentos 

Ao palestrante Reni.

Ao seminarista Rodrigo que tanto apoia nossa catequese.
(Nesta foto estão a Silésia e a Cristina, que fazem parte da equipe de coordenação da catequese da paróquia S. Antônio).

E às cozinheira, pelo cafezinho e almoço tão deliciosos,  que elas prepararam com tanto amor e dedicação!

Momento de parabenizar a aniversariante do dia
Parabéns minha querida cunhada!

Momento de silêncio 
Hora do almoço! 

Ao Senhor agradecemos, aleluia!
O alimento que teremos, aleluia.