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10 de julho de 2012

Você sabia?

[DSC01494%255B5%255D.jpg]O Papa Bento XVI extinguiu o termo "dízimos" do quinto Mandamento da Igreja, conforme Compêndio do Catecismo da Igreja Católica por ele promulgado em 28 de junho de 2005 e republicado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. O Quinto Mandamento agora é assim: "Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as próprias possibilidades".

Os 5 mandamentos da igreja, na sua forma atual, foram promulgados em 2005 pelo Papa Bento XVI, quando suprimiu o termo "dízimos" do quinto mandamento (pagar dízimos conforme o costume), cujo sentido real era, obviamente, contribuição, não taxação. Por isto é que vinha originalmente no plural. Lembrando que, especialmente no Brasil, diversos membros de pastorais arbitrariamente haviam reduzido o termo para o singular, culminando, na criação e expansão da "pastoral do dízimo" que, embora presente e atuante, encontra-se em divergência (pelo menos textualmente), no que tange às determinações romanas, mesmo porque dízimo, no sentido próprio da palavra, nunca existiu na Igreja Católica.

Os Cinco Mandamentos da Igreja Católica

1- Participar da Missa aos Domingos e outras festas de guarda, ficando livre de trabalhos e de actividades que pudessem impedir a santificação desses dias

2- Confessar-se ao menos uma vez por ano.

3- Receber o sacramento da Eucaristia pelo menos pela Páscoa

4- Abster-se de comer carne e observar o jejum nos dias estabelecidos pela Igreja
Dias de jejum: quarta-feira de cinzas e sexta-feira santa.
Dias de abstinência de carne: sextas-feiras da quaresma.

5- Atender às necessidades materiais da Igreja, cada qual segundo as próprias possibilidades

3 de julho de 2012

Pastoral do Dízimo


Quem faz parte desta equipe precisa ser dizimista para valer. Tentar convencer a outros sobre algo de que não estamos convencidos não funciona. Quando vamos motivar os fiéis sobre o Dízimo, devemos falar da experiência própria, algo que sai de dentro com plena convicção. Todos devem dar testemunho.

Existem coordenadores do Dízimo pelo Brasil afora com dez ou mais anos de trabalho e que nunca contribuíram com o Dízimo. E não entendem porque o povo não é dizimista. Aplicar aos outros algo em que não acreditamos não funciona. A equipe deve acreditar no que faz. Por isso mesmo faz a própria opção de dizimista. Entender que devemos dar o Dízimo também do próprio tempo e, por isso, fazer parte da equipe que vai ajudar os outros irmãos a fazerem também a opção de dizimistas conscientes.

2 de julho de 2012

Dízimo Paroquial

O Dízimo é uma profunda relação entre você e Deus. Ofertar o Dízimo é reconhecer os dons gratuitos recebidos do Pai, retribuindo parte daquilo que Ele nos dá. O Dízimo que você oferece se transforma em Evangelho, em pão, em missão. Dessa forma, você se torna participante ativo da construção do Reino de Deus. 

O dízimo em nível paroquial permite que a comunidade exista, se mantenha e cumpra com aquela tarefa prioritária: a evangelização. 
Uma comunidade paroquial tem muitos gastos. Lembremos alguns deles: as tarifas de água, luz; telefone; segurança; limpeza; manutenção da secretaria e casa paroquial; assistência a carentes; salário dos funcionários, etc
Além dos gastos, existem os investimentos com pessoas, visando sua formação e capacitação: catequistas, ministros da Eucaristia, jovens etc.
Toda comunidade paroquial, por menor que seja, deve ter receita suficiente para cobrir os gastos e fazer melhorias. É do dízimo e das ofertas (manutenção do culto) que a comunidade paroquial retira os recursos para fazer as despesas tidas como ordinárias (de todos os dias), exatamente por ser a doação sistemática. As despesas extraordinárias podem ser realizadas pela junção do dízimo e de promoções. De uma ou de outra forma a responsabilidade pela sustentação da comunidade é de todos os batizados que a ela pertence.