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31 de julho de 2012

PRA FICAR NA HISTÓRIA:

Diocese de Divinópolis instala em Pará de Minas o Tribunal da Causa de Beatificação e Canonização do Servo de Deus Padre Libério.


O nosso Bispo Diocesano Dom Tarcísio Nascentes veio à Pará de Minas na noite desta segunda Feria (30/07/12)onde se reuniu com Padres e convidados na Capela São Jerônimo que fica nos fundos da Matriz de Nossa Senhora da Piedade, para instalar o Tribunal da causa de Beatificação de Padre Libério.Tribunal este que a partir de agora passa a ouvir testemunhas convidadas pelo Tribunal à relatarem sobre a vida de Padre Libério.A nossa igreja claro está em festa, pois é mais um passo dado no processo.Alegremos-nos e rezemos ainda mais pela Beatificação do "Servo de Deus" o Nosso Querido e Saudoso Padre Libério... Que Deus seja louvado e viva o Padre Libério....

Resgate Histórico: Padre Libério afirmava não fazer milagres 

Apesar de ainda não ter sido declarado santo oficialmente pelo Vaticano, Padre Libério, tem sua santidade reconhecida no coração do povo. Muitos são os relatos de pessoas que conseguiram graças através de suas orações ou posterior a sua morte, por meio de pedidos á Deus, com sua intercessão.

Já foram publicados muitos milagres atribuídos ao Padre Libério ao longo dos anos. Vale ressaltar que isto não ocorreu apenas depois que o mesmo faleceu. Nos últimos anos de sua vida em Pará de Minas, ele foi proibido de celebrar missas em igrejas, mas recebeu autorização do bispo da Diocese de Divinópolis para celebrar em sua própria casa todos os dias, além de aspergir água e dar bênçãos. Mesmo com tantos relatos afirmando que os milagres aconteciam por seu intermédio, Padre Libério aos 93 anos dizia que não fazia milagres, apenas rezava e abençoava as pessoas.

Isto pode ser comprovado em matéria publicada pelo Jornal Independente, que circulou em Pará de Minas no dia 11 abril de 1977, com o número 835, edição de 04 páginas que custava Cr$2,00 (Dois cruzeiros). Este jornal estava em seu ano 18, tendo sido fundado em 1959 com o registro de Patente Federal 309.136.

O exemplar utilizado na pesquisa faz parte do acervo do Museu do Padre Libério, em Leandro Ferreira, cidade escolhida para o sepultamento do santo padre. 

Naquela edição, o Jornal Independente destacava: “Milagres de um padre de 93 anos. Com a simplicidade e humildade que lhe são peculiares em 61 anos de sacerdócio, o padre Libério Rodrigues Ferreira, um velhinho de 93 anos de idade, e tá atraindo centenas de fiéis em sua casa. Proibido de rezar missa ou dar bênçãos em igrejas, foi autorizado a utilizar sua residência também humilde, para atender os devotos. Magro, de rosto anguloso, bastante marcado pelas rugas do tempo, está sendo apontado como um santo pela população.

Ao benzer água, objetos, roupas e alimentos têm conseguido realizar milagres só atribuídos às pessoas dotadas de um poder espiritual supremo, como peregrino que foi desde sua ordenação em 1916”.

Na mesma edição o jornal acrescentava outros fatos e falas do santo padre: 

“Padre Libério apenas benze a água e o milagre realiza. Para o padre Libério, um velho magro de rosto anguloso bastante marcado por rugas de olhos que lembram os traços dos orientais, pois raramente se abrem, cabelos ralos e atualmente brancos, esta afluência dos fiéis já se tornou um elemento comum nos seus 61 anos de sacerdócio. Nascido em Lagoa Santa em 1884 morou lá até os 18 anos, mudando-se para Mateus Leme onde ficou por quatro anos.

Em 1906, chegava a Mariana para estudar no seminário ordenando-se em 1916. Começa aí sua vida de peregrinações e caridade. Foi coadjutor em Pitangui durante oito anos. Depois foi vigário em Pequi por cinco, em Varginha por 10 e Nova Serrana por sete anos e Leandro Ferreira por 19. Finalmente em Pará de Minas, onde já não é Capelão, nem vigário, celebrando missa em sua própria casa com ordem do bispo de Divinópolis, a cuja diocese pertence.

“Ás vezes vou a Divinópolis, onde descanso na Vila São Vicente de Paula, outras vezes vou a Belo Horizonte”, diz o padre, mas já faz bastante tempo que não viaja, pois está muito velho, cansado e doente, apesar de insistir em celebrar missa todos os dias.

Tereza de Freitas, criada por ele desde os nove anos, pois seu pai era sacristão dele, fala sobre o Padre Libério: “muita gente tem alcançado graça por seu intermédio. Sua vida foi sempre humilde e de caridade. Nunca teve nada seu, nunca se importou em ganhar nada.

Tudo que tem, está casa e o que tem nela foi o povo quem deu. E [...] ajuda, dando-lhe donativos para se manter. Vem gente de todo o lugar para falar e pedir graça ao Padre Libério, até Brasília, São Paulo e Rio”.

A missa é uma celebração rápida, pois o padre já não consegue ler muito bem, devido a idade avançada, sendo ajudado por um diácono, que lhe indica as partes da missa e o que deve ler. Ao final há a benção das águas, quando conclama o povo a erguer todos os objetos que receberão as bênçãos. Surgem alimentos, pacotes de sal, farinha, pães e até quadro de santos. Com um tubo desodorante spray ele borrifa água nos mais próximos e a ânsia para receber um pingo de água que cai de suas mãos nesse momento é grande, com todos se comprimindo mais, a fim de chegar mais perto. Após as bênçãos se retira para o quarto e a porta é trancada pois o povo insiste em permanecer lá para falar lhe pessoalmente.

_ “Padre Libério o senhor tem feito muitos milagres? “Eu não faço milagres, eu só abençoo as pessoas. É preciso rezar muito agora na quaresma né? Minha vida não tem nada, a gente não pode lembrar de tudo. Vou fazer 93 anos dia 30 de junho. Se já celebrei em Belo Horizonte? Em muitas igrejas de lá. Eu tenho que celebrar missa em casa né? Não tenho mais igreja, nem paróquia, nem nada. O bispo mandou-me celebrar aqui, porque o povo pede. Mas eu não curo não, eu só rezo e peço para Deus as graças que me pedem”. 

Enfermo, Padre Libério faleceu em Divinópolis no dia 21 de dezembro 1980, foi velado em Pará de Minas e sepultado em Leandro Ferreira dia 22 de dezembro de 1980. 

Geraldo Rodrigues

27 de março de 2012

O JUMENTINHO

Um jumentinho voltando para sua casa todo contente, fala para sua mãe:
- Fui a uma cidade e quando lá cheguei fui aplaudido, a multidão gritava alegre, estendia seus mantos pelo chão... Todos estavam contentes com minha presença.
Sua mãe questionou se ele estava sozinho e o burrinho disse:
-Não, estava levando um homem com o nome de Jesus.
Então sua mãe falou:
-Filho, volte a essa cidade, mas agora sozinho.
Então o burrinho respondeu:
- Quando eu tiver uma oportunidade, voltarei lá...
Dias mais tarde, ele retornou. Quando chegou à cidade, todos que passavam por ele fizeram o inverso, maltratavam, xingavam e até mesmo batiam nele.
Voltando para sua casa, disse para sua mãe:
- Estou triste, pois nada aconteceu comigo. Nem palmas, nem mantos, nem honra... Só apanhei, fui xingado e maltratado. Eles não me reconheceram, mamãe...
Indignado o burrinho disse a sua mãe:
- Porque isso aconteceu comigo?
Sua mãe respondeu:
- Meu filho querido, você sem JESUS é só um jumento ... 

(Não sei quem é o autor)

24 de janeiro de 2012

Explicando sobre os Mistérios da Santíssima Trindade

A árvore da vida

Nicolas era um menino muito esperto, diferente das outras crianças da sua sala de aula e prestava muita atenção em todas as explicações da professora. Entre todas as coisas que ele aprendeu, da qual ele mais gostou foi a explicação sobre a vida da árvore. Ele gostou de saber que a raiz escondida no fundo da terra, alimenta e fortalece a árvore, que o tronco sustenta a árvore e é o caminho dos alimentos ate as folhas, que as folhas em contato com o sol transformam os alimentos em energia e força, gerando as flores que se transformam em frutos. Um dia na catequese, as crianças perguntaram para a catequista:- Como é que Deus pode ser três pessoas em uma só? Nicolas bem rápido respondeu, antes da catequista: - A Trindade de Deus é como uma árvore! - Como assim? – disseram as crianças.- Explique para nós – sugeriu a catequista.- Bem o Pai é o criador, aquele que sustenta a vida como a raiz de uma árvore. Sem raiz a árvore não vive, O Filho é o que salva a vida. Ele é o caminho de Deus para nós, como o tronco de uma árvore que serve de apoio e percurso dos alimentos. O Espírito Santo é o que fortalece e faz o cristão produzir frutos, como as folhas, que em contato com o sol, transformam os alimentos em energia, fortalecendo a árvore para que ela dê frutos. Raiz, tronco e folhas formam a árvore. Pai, Filho e Espírito Santo formam a Trindade. Os frutos das árvores são a laranja, a goiaba e muito mais.Os frutos da Trindade são o amor, a paz, a doação e muito mais.- Muito boa explicação, Nicolas! – disse a professora.- É mesmo, dona Lúcia, nós precisamos da Trindade de Deus para produzirmos os frutos do Reino.- Nicolas, o Espírito Santo o inspirou. O Espírito Santo falou para nós através de você.Dona Lúcia estava admirada com a explicação de uma criança. E muito bem explicado. Então perguntou:- Nicolas, como é que você aprendeu isso?- Pensando em Deus, deixando Deus cochichar no meu coração. Nicolas tornou-se catequista e hoje é um grande apostolo de Jesus.

REFLEXÃO: O mistério da Trindade de Deus só pode ser compreendido pelos que possuem o coração de criança. Pelos que possuem a simplicidade em sua comunicação com Deus. Só Deus pode desvendar seus mistérios no coração de quem o ama acima de tudo.

Extraído do folheto O DOMINGO- Celebração da Missa com crianças

17 de janeiro de 2012

Todos, alguém, qualquer um e ninguém

Esta é uma história de quatro pessoas:  Havia um trabalho importante a ser feito e todos tinham certeza de que ALGUÉM o faria.
QUALQUER UM poderia tê-lo feito, mas NINGUÉM o fez
ALGUÉM zangou-se porque era um trabalho de TODOS. 
TODO MUNDO pensou que QUALQUER UM poderia fazê-lo, mas NINGUÉM imaginou que TODO MUNDO deixasse de fazê-lo. 
Ao final, TODOS culparam ALGUÉM quando NINGUÉM fez o que QUALQUER UM poderia ter feito. 

Autor desconhecido

26 de outubro de 2011

O MENINO E O LÁPIS

O menino olhava a avó escrevendo uma carta.
A certa altura, perguntou:
- Você está escrevendo uma história que aconteceu conosco? E por acaso, é uma história sobre mim?
A avó parou a carta, sorriu, e comentou com o neto:
- Estou escrevendo sobre você, é verdade. Entretanto, mais importante do que as palavras, é o lápis que estou usando. Gostaria que você fosse como ele, quando crescesse.
O menino olhou para o lápis, intrigado, e não viu nada de especial.
- Mas ele é igual a todos os lápis que vi em minha vida!
- Tudo depende do modo como você olha as coisas. Há cinco qualidades nele que, se você conseguir mantê-las, será sempre uma pessoa em paz com o mundo.

"Primeira qualidade:
Você pode fazer grandes coisas, mas não deve esquecer nunca que existe uma Mão que guia seus passos.
Esta mão nós chamamos de Deus, e Ele deve sempre conduzi-lo em direção à Sua vontade".

"Segunda qualidade:
De vez em quando eu preciso parar o que estou escrevendo, e usar o apontador. Isso faz com que o lápis sofra um pouco, mas no final, ele está mais afiado. Portanto, saiba suportar algumas dores, porque elas o farão ser uma pessoa melhor."

"Terceira qualidade:
O lápis sempre permite que usemos uma borracha para apagar aquilo que estava errado. Entenda que corrigir uma coisa que fizemos não é necessariamente algo mau, mas algo importante para nos manter no caminho da justiça".

"Quarta qualidade:
O que realmente importa no lápis não é a madeira ou sua forma exterior, mas o grafite que está dentro. Portanto, sempre cuide daquilo que acontece dentro de você."

"Finalmente, a quinta qualidade do lápis:
ele sempre deixa uma marca. Da mesma maneira, saiba que tudo que você fizer na vida, irá deixar traços, e procure ser consciente de cada ação".

Autor: Paulo Coelho

11 de outubro de 2011

Nossa Senhora da Conceição Aparecida

Nossa Senhora da Conceição Aparecida é a Padroeira do Brasil. A imagem foi encontrada em 1717 por uns pescadores, no rio Paraíba, e a devoção popular surgiu espontaneamente, em função dos favores alcançados por intercessão de Maria Santíssima. A primeira capela é de 1745. Em 1904 a imagem foi coroada solenemente. Recebeu a “Rosa de Ouro” do Papa Paulo VI em 1967, e a nova Basílica foi dedicada por João Paulo II em 4 de julho de 1980.

Não bastasse ser um dos maiores países católicos do planeta, o Brasil tem também um dos maiores centros de peregrinação mariana da cristandade do mundo. Trata-se, é claro, do santuário de Nossa Senhora Aparecida, em Aparecida, São Paulo. A cidade foi batizada com o nome da Senhora, 'Aparecida' das águas, mas o Brasil inteiro também recebeu sua bênção desde o nascimento, graças aos descobridores e colonizadores que a tinham como advogada junto a Deus nas desventuras das expedições. A fé na Virgem Maria cresceu com os séculos e a confiança não esmoreceu só se fortaleceu.

Em 1717, quando da visita do governador a Guaratinguetá, foi ordenado aos pescadores que recolhessem do rio Paraíba a maior quantidade possível de peixes, para que toda a comitiva pudesse ser alimentada e festejada com uma grande recepção. Todos se lançaram às águas com suas redes. Três deles, Domingos Garcia, João Alves e Filipe Pedroso partiram juntos com suas canoas e juntos também lançaram as redes por horas e horas, sem pegar um único peixe. De repente, na rede de João Alves apareceu o corpo da imagem de uma santa. Outra vez lançada a rede, e a cabeça da imagem vem também para bordo. A partir daí, os três pescaram tanto que quase afundaram por causa da quantidade de peixes.

A pesca, milagrosa, eles atribuíram à imagem da santa. Ao regressarem foram para a casa de Felipe Pedroso e ao limparem a imagem com cuidado, viram se tratava de Nossa Senhora da Imaculada Conceição, de cor escura. Então a cobriram com um manto e a fizeram a colocaram num pequeno altar dentro de casa, onde passaram a fazer suas orações diárias. A novidade se espalhou e todos da vizinhança acorriam para rezar diante Dela. Invocada pelos devotos como 'Aparecida' das águas, durante quinze anos seguidos, a imagem ficou na casa da família daquele pescador.

A devoção foi crescendo no meio do povo e muitas graças foram alcançadas, por todos aqueles que rezavam diante da imagem. Eram tantos os devotos que acorriam ao local, que em 1732, a família de Felipe construiu o primeiro oratório. Mas a fama dos prodigiosos poderes de Nossa Senhora Aparecida foi se espalhando até atingir todos os recantos do Brasil. Assim foi necessário então construir uma pequena capela, em seguida uma sucessão de outras capelas cada vez maiores. Até que o local se tornou a cidade de hoje. Em 1888 houve a benção do primeiro templo que existe até hoje, conhecido como 'Basílica Velha'.

A primeira grande peregrinação de católicos 'de fora', oficial e historicamente registrada, aconteceu em 1900. Eram mil e duzentos peregrinos viajando de trem desde São Paulo, liderados por seu Bispo. Atualmente são milhões de peregrinos vindos, diariamente, de todos os estados do país e de várias outras nações católicas, especialmente das Américas. A atual Catedral-Basílica de Nossa Senhora Aparecida, conhecida como 'Basílica Nova' foi consagrada pessoalmente pelo Papa João Paulo II, em 1980, quando de sua primeira visita ao Brasil.

Quanto ao amor do nosso povo por Maria, em 1904 a imagem foi coroada, simbolizando a elevação da Senhora como eterna 'Rainha do Brasil', com todo o apoio popular. A coroa foi oferecida pela princesa Isabel. Foi também por aclamação popular e a pedido dos Bispos brasileiros, que em 1930 o Papa Pio XI proclamou solenemente Nossa Senhora Aparecida a 'Padroeira Oficial do Brasil'. O dia de sua festa, 12 de outubro.

5 de março de 2011

RELIGIÕES ANTES DE JESUS

A natureza tem proposto ao homem perguntas sobre o criador. Todos os povos, de alguma maneira, orientam-se para a descoberta de Deus. Os caminhos para essa descoberta podem variar bastante.
Os povos antigos adoravam como deuses o sol e a lua. Havia grupos que acreditavam num espírito para cada força da natureza: a chuva, o vento, os raios e o mar. Assim, os mistérios e as belezas da natureza falam e testemunham  o amor e o poder criador de Deus.
Criado por Deus e colocado para conviver com seus irmãos em meio a tanta beleza, o homem não se cansa de buscar no Criador as respostas mais profundas para o seu viver. Nessa busca incansável é que a humanidade começou a se organizar em torno de crenças comuns.
Surgiram assim, no decorrer da história, muitas religiões ou credos.

Vamos conhecer um pouco desses fatos para compreender como as pessoas expressavam sua religiosidade antes de Jesus Cristo. Como a humanidade começou a se organizar para prestar culto a seu Deus.

Sumérios: (4000 a.c.... 2000 a.c.)
Foram os primeiros a se organizar. Habitavam a região da Suméria, hoje Sul do Iraque. Acreditavam em vários deuses e viviam para prestar culto a eles. Com  as mesmas crenças surgiram os Babilônios: ( 1900 a.c. ... 1200 a.c)  e os  Assírios: (1200 a.c. ... 612 a.c).
 

Caldeus: (612 a.c. ...59 a.c.)
 Habitavam a Mesopotâmia. Adoravam diversas divindades e acreditavam que os deuses eram capazes de fazer tanto o bem quanto o mal. Cada cidade tinha um deus próprio. A divindade feminina mais importante  era  Ishtar, deusa da natureza e da fecundidade.
 Imagem: (Réplica do templo da antiga deusa Ishtar )

Egípcios: (3200 a.c....30 a.c.)
 Acreditavam numa vida após a morte e na imortalidade do faraó e o adoravam como deus. Prestavam cultos a Íris e Osíris. Este foi o culto mais popular do antigo Egito. Era uma religião repleta de simbolismos religiosos.
Imagem: (Templo construído pelo faraó)



Judaísmo: (sem data)
Surgiu com o povo hebreu, também conhecidos como israelitas e judeus.
 Foram os primeiros a afirmar sua fé num Deus único. Os hebreus acreditavam na vinda de um Salvador, o Messias. Deixaram um documento muito importante para a compreenção de sua história e suas crenças. A Bíblia.

Politeísmo: (1700 a.c. ... 30 a.c.)
Religião professada entre os gregos. Acreditavam num grande número de deuses com aspéctos humanos e que estes eram imortais. Vejamos alguns: Zeus, Hera, Atena, Afrodite, Hermes, Artemis, Apolo e Hefesto.
Os romanos também praticavam a religião entre os anos 10 a.c. a 14 d.c. Para eles, os doze grandes deuses de Roma correspondiam aos principais deuses gregos.
Imagem: (Os doze grandes deuses  de Roma)

Islamismo: (570 a.c. ...632 d.c.)
Religião fundada por Maomé, que era considerado um grande profeta inspirado por Deus. Proclamava que
todos os homens eram iguais perante Alá (Deus). A palavra Islamismo significa submissão a Deus. Os adeptos do islamismo são os muçulmanos. A religião crê a aceita um só Deus,  prega a imortalidade da alma e tem seus preceitos morais e religiosos bem definidos no livro sagrado, o Alcorão.



Budismo: (560 a.c. )
Religião fundada na índia pelo príncipe Siddhartha Gautama, o Buda, que significa " o iluminado, aquele que acordou". Buda foi famoso por sua santidade e amor a todas as criaturas. Em vida, suas pregações e exemplos conquistaram muitos discípulos. Depois de sua morte, surgiram templos em sua honra e a religião que ensinava espalhou-se por grande parte da Ásia. No Japão, o budismo exerce grande influência na cultura nacional. A meditação budista tem chamado a atenção dos ocidentais desde a II Guerra Mundial.

Hinduísmo: (1000 a.c. )
Surgiu na Índia e não se sabe quem o idealizou. É uma religião politeísta. Para eles tudo é divindade, embora considere "Brahman" o primeiro e grande deus, do qual provém todos os deuses. Tem como máxima a teoria de que "viver é sofrer e deixar de viver é alcançar a paz eterna, no Nirvana" (céu).
Imagem: (Brahman, o deus da criação)


Bramanismo: (sem data)
Surgiu como uma reação contra a clássica religiosidade do budismo.É uma religião mais requintada e procura as elites, que, por se manter no poder, julgam-se mais virtuosas.

Fonte: Texto retirado do livro "Sementes de participação", preparação para a crisma, 4ª fase, catequista/ Pastoral Catequética-São Paulo: Editora Ave- Maria, 1999- (Coleção sementes).
(As imagens foram retiradas da internet)