Animados pelo entusiasmo e dedicação de Padre Adilson Neres, os homens do terço da comunidade Santo Antônio de Igaratinga prestaram uma bela e merecida homenagem à Nossa Senhora, encerrando o mês Mariano.
Foi um momento de muita alegria para todos que participaram da celebração neste dia.
Enquanto tocavam no grande manto azul, representando o Manto Sagrado, todos cantavam, invocando bençãos dos céus e a proteção de Nossa Senhora. SALVE MARIA!
Havia um grande muro separando dois grandes grupos.
De um lado do muro estavam Deus, os anjos e os servos leais de Deus. Do outro lado do muro estavam Satanás, seus demônios e todos os humanos que não servem a Deus.
E em cima do muro havia um jovem indeciso, que havia sido criado num lar cristão, mas que agora estava em dúvida se continuaria servindo a Deus ou se deveria aproveitar um pouco os prazeres do mundo.
O jovem indeciso observou que o grupo do lado de Deus chamava e gritava sem parar para ele:
– “Ei, desce do muro agora… Vem pra cá!”
Já o grupo de Satanás não gritava e nem dizia nada. Essa situação continuou por um tempo, até que o jovem indeciso resolveu perguntar a Satanás:
– “O grupo do lado de Deus fica o tempo todo me chamando para descer e ficar do lado deles. Por que você e seu grupo não me chamam e nem dizem nada para me convencer a descer para o lado de vocês?”
Grande foi a surpresa do jovem quando Satanás respondeu:
Conta uma lenda chinesa que há muito tempo, uma mocinha chamada Lili se casou e foi viver com o marido, naturalmente, e com a sogra.
Depois de alguns dias, passou a não se entender com a mesma. As personalidades delas eram muito diferentes e Lili foi se irritando com os hábitos da sogra que freqüentemente a criticava.
Meses se passaram e Lili e sua sogra cada vez mais discutiam e brigavam. De acordo com antiga tradição chinesa a nora tinha que se curvar à sogra e obedecê-la em tudo.
Lili, já não suportando mais conviver com a sogra decidiu tomar uma atitude e foi visitar um amigo de seu pai. Depois de ouvi-lá, ele pegou um pacote de ervas lhe disse: Você não poderá usá-las de uma só vez para se libertar de sua sogra porque isso causaria suspeita.
Vou lhe dar várias ervas que irão lentamente envenenando sua sogra. A cada dois dias ponha um pouco destas ervas na comida dela. Agora, para ter certeza de que ninguém suspeitará de você quando ela morrer, você deve ter muito cuidado e agir de forma muito amigável. Não discuta, ajudarei a resolver seu problema, mas você tem que me escutar e seguir todas as instruções que eu lhe der.
Lili respondeu: - Sim, Sr. Huang, eu farei tudo o que o que o senhor me pedir.
Lili ficou muito contente, agradeceu ao Sr. Huang e voltou apressada para casa para começar o projeto de assassinar a sua sogra.
Semanas se passaram e a cada dois dias Lili servia a comida "especialmente tratada" à sua sogra. Ela sempre lembrava do que Sr.Huang tinha recomendado sobre evitar suspeitas e, assim, controlou o seu temperamento, obedeceu a sogra e a tratou como se fosse sua própria mãe.
Depois de seis meses, a casa inteira estava com outro ambiente, Lili tinha controlado o seu temperamento e quase nunca se aborrecia. Nesses seis meses, não tinha tido nenhuma discussão com a sogra, que agora parecia muito mais amável e mais fácil de lidar. As atitudes da sogra também mudaram e elas passaram a se tratar como mãe e filha.
Um dia, Lili foi novamente procurar o Sr. Huang para pedir-lhe ajuda e disse:
- Querido Sr. Huang, por favor, me ajude a evitar que o veneno mate minha sogra! Ela se transformou numa mulher agradável e eu a amo como se fosse minha mãe. Não quero que ela morra por causa do veneno que eu lhe dei.
Sr. Huang sorriu e acenou com a cabeça.
- Lili, não precisa se preocupar. As ervas que eu dei eram vitaminas para melhorar a saúde dela. O veneno estava na sua mente e na sua atitude, mas foi jogado fora e substituído pelo amor que você passou a dar a ela.
Na China existe uma regra dourada que diz: "A pessoa que ama os outros também será amada".
Na grande parte das vezes, recebemos das outras pessoas o que damos à elas... por isso tenha cuidado!!! Lembre-se sempre: o plantio é opcional, mas a colheita é obrigatória. Por isso, tenha cuidado com o que planta!
Tudo quanto tem fôlego louve ao Senhor. Louvai ao Senhor! - Salmos 150:2
O livro do Gênesis assegura que, ao criar todas as coisas, “Deus viu que tudo era bom” (Gen 1,25). Portanto, tudo o que o Criador fez é belo. O mal, muitas vezes, consiste no uso mau das coisas boas. Por exemplo, uma faca é uma coisa boa; sem ela a cozinheira não faz o seu trabalho. Mas, se um criminoso usá-la para tirar a vida de alguém, nem por isso a faca se torna má. Não. O mal é o uso errado que se fez dela. Da mesma forma, o sexo é algo criado por Deus e maravilhoso. É por ele que a criança inocente vem ao mundo.
Como Deus deu ao casal humano a missão de gerar os filhos, “crescei e multiplicai” (Gen 1,28), providenciou o sexo como instrumento de procriação. E mais, para fortalecer a união e o amor do casal fez do sexo também o meio mais profundo da “manifestação” do amor conjugal.
Podemos dizer que o ato sexual é a celebração do amor, como que a “liturgia do amor conjugal”. E é no ápice desta celebração do amor que o filho é concebido. Isto é, ele não é somente a carne e o sangue do casal, mas principalmente, o fruto do seu amor. É por isso que a vida sexual de um casal que não se ama de verdade nunca é harmoniosa.
O sexo é manifestação do amor. Sem este, ele fica vazio, desvirtuado e perigoso como aquela faca na mão do assassino. Faz muitas vítimas… O que é a prostituição, senão o sexo sem amor? É apenas um ato de prazer, comprado, com dinheiro ou outros meios. No plano de Deus a vida sexual só tem lugar no casamento.
São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos coríntios: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (I Cor 7,4). O apóstolo dos gentios não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado, nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
A união sexual só tem sentido no casamento, porque só ali existe um “comprometimento” de vida conjugal, vida a dois, no qual cada um assumiu um compromisso de fidelidade com o outro. Cada um é “responsável pelo outro” até a morte, em todas as circunstâncias fáceis e difíceis da vida. Sem esse compromisso de vida o ato sexual não tem sentido e se torna perigoso.
As consequências do sexo vivido fora do casamento são terríveis: mães e pais solteiros; filhos abandonados, criados pelos avós ou em orfanatos. Muitos desses se tornam os “trombadinhas” e “delinquentes” que, cada vez mais, enchem as nossas ruas, buscando nas drogas e no crime a compensação de suas dores. Quantos abortos são cometidos porque se busca apenas e egoisticamente o prazer do sexo, e depois se elimina o fruto: a criança!
As doenças venéreas são outro flagelo do sexo fora do casamento. Ainda hoje convivemos com os horrores da sífilis, blenorragia, cancro, sem falar do flagelo moderno da AIDS. O remédio contra a AIDS é a vivência sexual apenas no casamento; e não, como se propõe, irresponsavelmente, o uso de “camisinhas”, em vez de se eliminar o vício pela raiz.
É urgente que os cristãos, pais, professores e educadores tenhamos a coragem de ensinar novamente a castidade aos jovens.
Um jovem que se mantém casto até o casamento, além de tudo, prepara a sua vontade e exercita seu autodomínio para ser fiel ao seu cônjuge no casamento. É preciso mostrar urgentemente aos jovens os valores da castidade, tanto em pensamentos como em atos.
A televisão, os filmes pornográficos, as revistas eróticas abundantes e asquerosas injetam pólvora no sangue de nossos filhos, fazendo-os escravos do sexo. E por causa disso estamos vendo meninas de 13, 14 anos, grávidas, sem o menor preparo e maturidade para serem mães. Temos que acordar. Temos que ter a coragem de oferecer aos jovens a opção da pureza que Jesus nos legou: “Bem-aventurados os puros de coração porque verão a Deus” (Mt 5,8). Neste assunto Cristo foi exigente e não deixou margens à dúvida: “Todo aquele que olhar para uma mulher com desejo de cobiça, já adulterou com ela em seu coração” (Mt 5,27).
Era uma vez uma flor selvagem, nascida e crescida nas montanhas. Certo dia, um menino da cidade viu a flor e apaixonou-se por ela, a flor por sua vez também apaixonou-se pelo menino. Foi amor à primeira vista. O menino falou:
- Minha flor, eu te amo. E a flor respondeu:
- Eu também te amo, meu menino.
- Minha flor, vem morar comigo na cidade? Perguntou o menino. E flor disse:
- Não posso. longe das montanhas eu morro. E o menino insistiu:
- Eu te amo muito. Vem comigo cuidarei muito bem de você.
E a flor concordou e foi morar no belo apartamento do menino.
Ele a colocou num lindo vaso de cerâmica (aliás caríssimo), terra da melhor qualidade, adubos importados e só regava a flor com água mineral francesa. Todos os dias eles conversavam horas a fio. Mas, apesar de todos os cuidados e dedicação, estranhamente a flor começou a definhar. Um dia, o menino perguntou a flor:
- Minha flor, o que está acontecendo? E a flor respondeu:
- Eu não posso viver longe das montanhas. Preciso de ar fresco, ventos fortes, chuva e de sol.
Longe das montanhas, eu morro. Vem comigo, meu menino.
E o menino como amava muito a sua flor, foi com ela para as montanhas. E a flor cuidava muito bem do menino. Mas estranhamente ele começou a definhar. Um dia a flor perguntou-lhe:
- Meu menino, o que está acontecendo? E ele respondeu:
- Longe da cidade eu morro.
E como eles se amavam muito, cada um seguiu o seu caminho. Mas apesar de separados eles foram muito felizes.
O amor transcende as formas, regras, distancias. É maior que o medo de perder, porque nunca se perde aquilo que se ama. Por isso nunca deixem de amar, amem intensamente a cada segundo de sua vida, pois sem o amor não somos nada.
Contar uma história (sem ser uma parábola bíblica) para os catequizandos e pedir para que eles digam qual a moral da história.
Como por exemplo, a história do Boi e do Sapo de Esopo.
O sapo e o boi
Há muito, muito tempo existiu um boi imponente. Um dia o boi estava dando seu passeio da tarde quando um pobre sapo todo mal vestido olhou para ele e ficou maravilhado. Cheio de inveja daquele boi que parecia o dono do mundo, o sapo chamou os amigos.
– Olhem só o tamanho do sujeito! Até que ele é elegante, mas grande coisa; se eu quisesse também era.
Dizendo isso o sapo começou a estufar a barriga e em pouco tempo já estava com o dobro do seu tamanho normal.
– Já estou grande que nem ele? – perguntou aos outros sapos.
– Não, ainda está longe!- responderam os amigos.
O sapo se estufou mais um pouco e repetiu a pergunta.
– Não – disseram de novo os outros sapos -, e é melhor você parar com isso porque senão vai acabar se machucando.
Mas era tanta vontade do sapo de imitar o boi que ele continuou se estufando, estufando, estufando – até estourar.
Moral: Seja sempre você mesmo.
Colocação do Tema (julgar):
- Jesus nos falava do Reino de Deus às pessoas. Mas para que elas pudessem entender melhor o que ele falava, Jesus explicava as suas mensagens por meio de parábolas. Isto é, sempre contava histórias fazendo comparações com as situações do momento.
Aprofundamento para o catequista
- O que é uma Parábola?
É uma comparação tirada da experiência de vida e da realidade que a gente compreende, reflete, despertando o gosto pela ação. Toda Parábola tem uma idéia e uma comparação com a vida real. O ponto preciso da comparação é o que nos faz refletir e agir.
- As Parábolas são:
instrumentos de diálogo
elaboradas a partir da experiência do dia a dia.
meios para levar à conversão e à ação.
A Parábola não é uma fórmula fechada, ela é aberta para provocar a reflexão e a tomada de atitudes das pessoas. Quanto maior a fé das pessoas, maior o entendimento dela sobre as parábolas.
Sugestões de Parábolas para serem trabalhadas na catequese
1- Semeador: Mt 13,3-8
2- O joio: Mt 13, 24-30
3- O grão de mostarda: Mt 13,31-32
4- O fermento: Mt 13,33
5- O tesouro escondido: Mt 13,44
6- A pérola: Mt 13,45-46
7- A vela e o candelabro: Lc 11,33ss
8- A rede: Mt 13,47-50
9- A semente: Mc 4, 26-29
10- A moeda perdida: Lc 15,8-10
11- As cem moedas: Lc 19,12-17
12- Bom Samaritano: Lc 10,25-37
13- Filho Pródigo: Lc 15,11-32
Atividade: Texto Motivacional e o filme Histórias que Jesus nos contou da Editora Paulinas, que conta as parábolas na forma de desenho.
A parábola do semeador
No mesmo dia, tendo Jesus saído de casa, sentou-se à beira do mar; e reuniram-se a ele grandes multidões, de modo que entrou num barco, e se sentou; e todo o povo estava em pé na praia. E falou-lhes muitas coisas por parábolas, dizendo: Eis que o semeador saiu a semear; quando semeava, uma parte da semente caiu à beira do caminho, e vieram as aves e comeram. E outra parte caiu em lugares pedregosos, onde não havia muita terra: e logo nasceu, porque não tinha terra profunda; mas, saindo o sol, queimou-se e, por não ter raiz, secou-se. E outra caiu entre espinhos; e os espinhos cresceram e a sufocaram. Mas outra caiu em boa terra, e dava fruto, um a cem, outro a sessenta e outro a trinta por um. Quem tem ouvidos, ouça. E chegando-se a ele os discípulos, perguntaram-lhe: Por que lhes falas por parábolas?
Respondeu-lhes Jesus: Porque a vós é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas a eles não lhes é dado; pois ao que tem, dar-se-lhe-á, e terá em abundância; mas ao que não tem, até aquilo que tem lhe será tirado. Por isso lhes falo por parábolas; porque eles, vendo, não vêem; e ouvindo, não ouvem nem entendem. E neles se cumpre a profecia de Isaías, que diz: Ouvindo, ouvireis, e de maneira alguma entendereis; e, vendo, vereis, e de maneira alguma percebereis. Porque o coração deste povo se endureceu, e com os ouvidos ouviram tardamente, e fecharam os olhos, para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem entendam com o coração, nem se convertam, e eu os cure. Mas bem-aventurados os vossos olhos, porque vêem, e os vossos ouvidos, porque ouvem. Pois, em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes, e não o viram; e ouvir o que ouvis, e não o ouviram. Ouvi, pois, vós a parábola do semeador. A todo o que ouve a palavra do reino e não a entende, vem o Maligno e arrebata o que lhe foi semeado no coração; este é o que foi semeado à beira do caminho. E o que foi semeado nos lugares pedregosos, este é o que ouve a palavra, e logo a recebe com alegria; mas não tem raiz em si mesmo, antes é de pouca duração; e sobrevindo a angústia e a perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza. E o que foi semeado entre os espinhos, este é o que ouve a palavra; mas os cuidados deste mundo e a sedução das riquezas sufocam a palavra, e ela fica infrutífera. Mas o que foi semeado em boa terra, este é o que ouve a palavra, e a entende; e dá fruto, e um produz cem, outro sessenta, e outro trinta.
Breve explicação da parábola do semeador
A boa semente: A palavra de Deus
O semeador: Aquele que prega a palavra
A semente na beira do caminho: Corações sem profundidade, pessoas que desistem facilmente
Semente em solo rochoso: Corações endurecidos, pessoas que não entendem.
Sementes entre espinhos: Corações preocupados com o mundo e com as riquezas.
Sementes na boa terra: Corações que entendem e frutificam.
A oração é um dos elementos mais importantes no encontro catequético. O catequista deve sempre ter em mente que é preciso ensinar os catequizando a rezar. Uma catequese que não desperte na turma uma atitude de oração, acabará sendo uma mera troca de informações e não criará uma espiritualidade.
Rezar é conversar com Deus. Quando uma pessoa tem dificuldade de conversar com Ele, isso pode significar que Deus, para essa pessoa, ainda é um conceito distante, fora da realidade. Ao contrário, se a pessoa consegue se expressar livremente, abrindo-se no diálogo com Deus, isso pode significar que ela interiorizou a presença Dele em sua vida. Deus é, para essa pessoa, alguém próximo com quem se pode dialogar.
É costume dizer que a melhor maneira de avaliar a catequese é olhar a vida de oração dos catequizandos. Uma catequese superficial dificilmente resultaria numa vida de oração profunda.
Portanto, o catequista, além de cuidar da transmissão dos conteúdos da fé, precisará incentivar a vida de oração, ensinando a turma a rezar. Dizemos "ensinar", porque oração é algo que se aprende, com formas e métodos variados. O catequista ensinará a turma a rezar, conduzindo momentos de oração. Ele próprio precisará rezar com profundidade. Seu jeito de conversar com Deus será o principal estímulo para a turma. Além disso, o catequista poderá - e deverá- usar várias metodologias para conduzir orações.
Sei apenas que é porto seguro, é paz e serenidade.
E olha, não importa a idade, já nascem com esse dom.
Menina, mulher, mãe...
É muito feliz quem a tem e com ela pode contar pois sabe que ela, sempre o vai amar.
Na alegria ou na tristeza, na sorte ou na desventura é ela, que solícita, nos acompanha em tudo, com dedicação e ternura.Sintam como é bom chamá-la o tempo inteiro percebam dos lábios o doce movimento:
Mother, mama, mére, mãe, madrecita, não importa, mãe, é uma palavra que transmite doçura ela é em todo o mundo, o nosso amor primeiro.
Mãezinha, é aquela que sempre está a nosso lado e compartilha o nosso fardo para torná-lo mais leve.
Nada a faz nos abandonar, o seu amor é puro e verdadeiro.
Mãezinha, tão cantada e decantada, por tantos poetas exaltada, mas é tão pouco... ela merece muito mais.
No palco da nossa vida lá está, e na fila do gargarejo, aplaude nossas vitórias cobrindo-nos de beijos.
Quando por vezes fracassamos, é com ela que contamos, para ela, somos sempre iguais, os seus meninos.
Mãe, o teu carinho suaviza nosso caminho e o teu amor, é uma prece ao Criador para que nos proteja do mal. Mãe, sempre resiste à ingratidão, ao trabalho forçado e à dupla jornada, pois se desdobra para que nunca nos falte o pão.
Mãe, tudo nos dá e não pede nada, mãe que disfarça a dor e está sempre pronta a perdoar, distribuindo afeto em profusão.
Mães, que lindas são!
Tenham pele lisa ou enrugada, mãos tratadas ou engelhadas, sejam como for, não faz mal. ..
Mãos de mãe, são mãos de anjo, como elas, não há igual!
Queridas crianças, estamos iniciando os nossos encontros do mês de maio. Neste mês, lembramos da pessoa mais importante que Deus já criou. Maria foi escolhida por Deus para ser a Mãe de Jesus. Maria esteve presente em toda a vida de Jesus, e está sempre presente na nossa vida também.
Sua história começa assim:
Maria e a anunciação do anjo
Em uma cidadezinha do interior, chamada Nazaré, vivia uma jovem muito bonita e piedosa. Seu nome era Maria. Ela fazia as mesmas coisas que as outras jovens de sua época: limpava a casa, ajudava sua mãe, passeava e também rezava. Foi num momento desses enquanto rezava, ou seja, enquanto falava com Deus, que, de repente, lhe apereceu uma luz muito forte, brilhante. Maria ficou assustada e teve medo. Mas no meio daquela luz surgiu um anjo, de nome Gabriel, que lhe disse:
-Não tenha medo Maria, Deus a escolheu para ser a mãe do Salvador.
Maria ficou confusa, pois não sabia como poderia acontecer aquilo, sendo que ainda não era casada, ela era noiva de José. Mas logo o anjo a explicou:
-A sombra do Espírito Santo a cobrirá e o menino que vai nascer de você será chamado Jesus, o Salvador.
Maria então, entendeu que seria a Mãe do Filho de Deus e na sua grande humildade respondeu:
-"Eis aqui a Escrava do Senhor, faça-se em mim segundo a Sua vontade".