30 de janeiro de 2011

Orientações do Vaticano para uma leitura correta das Sagradas Escrituras

1. Conteúdo e unidade da Escritura inteira
- Quer dizer, não interpretar uma parte da Escritura fora do seu contexto integral. Muitas vezes um versículo só será bem entendido quando lido juntamente com outros.

Lembro-me de uma história que me contaram. Uma mulher estava com depressão, com vontade de morrer e resolveu “abrir a bíblia” para ver se havia um versículo que lhe desse uma direção. Ela abriu a bíblia e caiu no Evangelho…
Ele jogou então no templo as moedas de prata, saiu e foi enforcar-se. (Mt 27,5)
Óbvio que aquela Senhora assustou-se com a palavra. Resolveu pegar uma outra palavra. E veio esta:
…Vai, e faze tu o mesmo… (Lc 10,37)

Portanto, não podemos analisar a Bíblia fora do seu contexto. Um velho jargão nos ensina que: Um texto fora do contexto vira pretexto. Eu não posso sair por ai, interpretando a bíblia do meu jeito. Não posso sair “abrindo a bíblia” e interpretando um versículo isolado sem ler o contexto da palavra.

2. A Tradição viva da Igreja
– A interpretação da Palavra de Deus nunca pode estar em desacordo com a Tradição da Igreja e vice-versa. A Palavra e a Tradição nunca andam desalinhadas. A palavra dos Papas, Santos Padres da Igreja e seus doutores estão sempre de acordo com a Palavra.

3. Analogia da fé
– Como havia dito antes. Uma parte da Bíblia nunca poderá estar em desacordo com a outra. Precisamos sempre verificar a coesão das verdades da fé entre si. Uma não pode ser oposta a outra, pois o Espírito Santo não se contradiz.

Fonte: Dominus Vobiscum

28 de janeiro de 2011

Os discípulos de Emaús e a missão catequética

"Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles"(Lc 24,15)
Senhor! Estamos preparando-nos para o início de mais um ano catequético. Vimos de todos os cantos da terra, com a certeza de que o Senhor caminha ao lado de cada catequista do Brasil e do mundo inteiro. Louvamos e bendizemos ao Senhor por esta oportunidade de comunhão que reúne as diversidades, reveladoras da beleza da ação catequética manifestada em cada região desta grande nação.


"E Jesus perguntou: O que vocês andam conversando pelo caminho?"(Lc 24,17).
Como discípulos de Emaús, vimos partilhar nossas dores e alegrias, sombras e luzes da caminhada catequética, com o objetivo  de buscar forças no Espírito Santo para prosseguir e encontrar novos caminhos.

"Jesus explicou para os discípulos todas as passagens da escritura que falavam a respeito dele" (Lc 24,27).
A partir do encontro pessoal com Jesus Cristo Vivo, queremos formar comunidades de discípulos missionários. Que pela presença amorosa  de Deus em nossa vida, as nossas comunidades se tornem instrumentos do Reino, onde as pessoas façam a experiência de família, alicerçadas no ensinamento dos apóstolos, na comunhão fraterna, no partir do pão e na oração (cf. At2,42).

Sentou-se à mesa com os dois, tomou o pão e o abençoou, depois partiu e deu a eles (Lc 24,30).
Em clima celebrativo, nossa oração cotidiana, a partilha  da Palavra e a Eucaristia têm sido momentos enriquecedores de nossa experiência pessoal com Cristo Jesus, quando abrimos mais ainda nossos olhos para reconhecer sua presença. Deixemo-nos guiar pelas luzes do Espírito Santo, que nos orienta, a fim de que trilhemos nosso caminho fortalecidos pela graça do Senhor. 

"Na mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém ..." (Lc 24,33a).
Chega o momento de voltarmos para nossa missão. Queremos, com alegria compartilhar o que acontece conosco neste caminho. Queremos caminhar com coragem, enfrentando com entusiasmo e criatividade os novos tempos de evangelização.

"Quando Ele fala, explica as Escrituras e parte o pão" (cf. Lc 24,32.35).
Que Maria, a Discípula fiel, interceda por nós neste caminho!
AMÉM.
Fonte: Bíblia Sagrada
Texto: Baseado na carta aos catequistas criada pelos participantes da 3ª semana brasileira de catequese de 11/10/2009.

25 de janeiro de 2011

REFLEXÃO

Diz a lenda  que antes do rio desaguar no oceano ele treme de medo, olha para trás, para toda sua jornada: os cumes, os vales, as montanhas, o longo e sinuoso caminho pela floresta, pelos povoados e vê a sua frente um oceano tão vasto que entrar nele nada mais é que desaparecer para sempre. Mas não há outra saída. O rio não pode voltar. O  rio precisa se arriscar e entrar no oceano. E somente quando ele entra no oceano é que o medo desaparece, porque só então, o rio percebe que não se trata de desaparecer no oceano, mas tornar-se oceano.

"Avance para as águas mais profundas"(Lc 5,1-11)
“Certo dia, Jesus estava na margem do lago de Genesaré. A multidão se apertava ao seu redor para ouvir a palavra de Deus. Jesus viu duas barcas paradas na margem do lago; os pescadores haviam desembarcado, e lavavam as redes. Subindo numa das barcas, que era de Simão, pediu que se afastasse um pouco da margem. Depois sentou-se e, da barca, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: ‘Avance para águas mais profundas, e lancem as redes para a pesca.’ Simão respondeu: ‘Mestre, tentamos a noite inteira, e não pescamos nada. Mas, em atenção à tua palavra, vou lançar as redes.’ Assim fizeram, e apanharam tamanha quantidade de peixes, que as redes se arrebentavam. Então fizeram sinal aos companheiros da outra barca, para que fossem ajudá-los. Eles foram, e encheram as duas barcas, a ponto de quase afundarem” .

24 de janeiro de 2011

Carta de um sacerdote

Segue carta do padre salesiano uruguaio Martín Lasarte, que trabalha em Angola, de 06 de abril e endereçada ao jornal norte-americano The New York Times. Nela expressa seus sentimentos diante da onda midiática despertada pelos abusos sexuais de alguns sacerdotes enquanto surpreende o desinteresse que o trabalho de milhares religiosos suscita nos meios de comunicação.

Eis a carta.

“Querido irmão e irmã jornalista: sou um simples sacerdote católico. Me sinto orgulhoso e feliz com a minha vocação. Há vinte anos vivo em Angola como missionário. Sinto grande dor pelo profundo mal que pessoas, que deveriam ser sinais do amor de Deus, sejam um punhal na vida de inocentes. Não há palavras que justifiquem estes atos. Não há dúvida de que a Igreja só pode estar do lado dos mais frágeis, dos mais indefesos. Portanto, todas as medidas que sejam tomadas para a proteção e prevenção da dignidade das crianças será sempre uma prioridade absoluta. Vejo em muitos meios de informação, sobretudo em vosso jornal, a ampliação do tema de forma excitante, investigando detalhadamente a vida de algum sacerdote pedófilo. Assim aparece um de uma cidade dos Estados Unidos, da década de 70, outro na Austrália dos anos 80 e assim por diante, outros casos mais recentes…
Certamente, tudo condenável! Algumas matérias jornalísticas são ponderadas e equilibradas, outras exageradas, cheias de preconceitos e até ódio. É curiosa a pouca notícia e desinteresse por milhares de sacerdotes que consomem a sua vida no serviço de milhões de crianças, de adolescentes e dos mais desfavorecidos pelos quatro cantos do mundo!
Penso que ao vosso meio de informação não interessa que eu precisei transportar, por caminhos minados, em 2002, muitas crianças desnutridas de Cangumbe a Lwena (Angola), pois nem o governo se dispunha a isso e as ONGs não estavam autorizadas; que tive que enterrar dezenas de pequenos mortos entre os deslocados de guerra e os que retornaram; que tenhamos salvo a vida de milhares de pessoas no México com apenas um único posto médico em 90.000 km2, assim como com a distribuição de alimentos e sementes; que tenhamos dado a oportunidade de educação nestes 10 anos e escolas para mais de 110.000 crianças…
Não é do interesse que, com outros sacerdotes, tivemos que socorrer a crise humanitária de cerca de 15.000 pessoas nos aquartelamentos da guerrilha, depois de sua rendição, porque os alimentos do Governo e da ONU não estavam chegando ao seu destino. Não é notícia que um sacerdote de 75 anos, o padre Roberto, percorra, à noite, a cidade de Luanda curando os meninos de rua, levando-os a uma casa de acolhida, para que se desintoxiquem da gasolina, que alfabetize centenas de presos; que outros sacerdotes, como o padre Stefano, tenham casas de passagem para os menores que sofrem maus tratos e até violências e que procuram um refúgio. Tampouco que Frei Maiato com seus 80 anos, passe casa por casa confortando os doentes e desesperados. Não é notícia que mais de 60.000 dos 400.000 sacerdotes e religiosos tenham deixado sua terra natal e sua família para servir os seus irmãos em um leprosário, em hospitais, campos de refugiados, orfanatos para crianças acusadas de feiticeiros ou órfãos de pais que morreram de Aids, em escolas para os mais pobres, em centros de formação profissional, em centros de atenção a soropositivos… ou, sobretudo, em paróquias e missões dando motivações às pessoas para viver e amar.
Não é notícia que meu amigo, o padre Marcos Aurelio, por salvar jovens durante a guerra de Angola, os tenha transportado de Kalulo a Dondo, e ao voltar à sua missão tenha sido metralhado no caminho; que o irmão Francisco, com cinco senhoras catequistas, tenham morrido em um acidente na estrada quando iam prestar ajuda nas áreas rurais mais recônditas; que dezenas de missionários em Angola tenham morrido de uma simples malária por falta de atendimento médico; que outros tenham saltado pelos ares por causa de uma mina, ao visitarem o seu pessoal. No cemitério de Kalulo estão os túmulos dos primeiros sacerdotes que chegaram à região… Nenhum passa dos 40 anos.
Não é notícia acompanhar a vida de um Sacerdote “normal” em seu dia a dia, em suas dificuldades e alegrias consumindo sem barulho a sua vida a favor da comunidade que serve. A verdade é que não procuramos ser notícia, mas simplesmente levar a Boa-Notícia, essa notícia que sem estardalhaço começou na noite da Páscoa. Uma árvore que cai faz mais barulho do que uma floresta que cresce. Não pretendo fazer uma apologia da Igreja e dos sacerdotes. O sacerdote não é nem um herói nem um neurótico. É um homem simples, que com sua humanidade busca seguir Jesus e servir os seus irmãos. Há misérias, pobrezas e fragilidades como em cada ser humano; e também beleza e bondade como em cada criatura…
Insistir de forma obsessiva e perseguidora em um tema perdendo a visão de conjunto cria verdadeiramente caricaturas ofensivas do sacerdócio católico na qual me sinto ofendido. Só lhe peço, amigo jornalista, que busque a Verdade, o Bem e a Beleza. Isso o fará nobre em sua profissão.

Em Cristo,
Pe. Martín Lasarte, SDB.
“Católico Romano, com muito orgulho”

23 de janeiro de 2011

O COMPROMISSO DO CATEQUISTA

Em primeiro lugar, podemos nos perguntar quem é o catequista? O catequista é uma pessoa que crê em Jesus Cristo e segue o seu evangelho; responde à sua vocação de batizado e de crismado; é acolhido pela comunidade. Isto quer dizer que é membro atuante e participante da comunidade e dá testemunho de vida cristã; busca com dedicação a formação necessária para esta missão. Nesse sentido, concluímos que, se ser catequista é uma vocação, um chamado de Deus a uma missão, o compromisso do catequista é, em primeiro lugar, com Deus e seu Reino, com Jesus e seu projeto, e com a Igreja, Esposa de Cristo. Quem assume a catequese como missão deve buscar crescer cada vez mais, procurando investir em: acolhimento, valorizando as pessoas; alegria em anunciar o Evangelho; bom relacionamento com os outros; trabalho em equipe, com o grupo de catequistas da comunidade e da paróquia; compromisso comunitário, pois somos Igreja; firmeza e perseverança, mesmo e sobretudo diante das dificuldades; organização e pontualidade; técnicas criativas para os encontros; motivação da fé; solidariedade; participação na vida da Igreja e, principalmente, testemunho de vida cristã.
Enfim, o compromisso do catequista é muito maior do que pensamos; é assumir com amor a missão de fazer com que a Palavra de Deus ecoe e transforme o nosso mundo, a nossa vida, a nossa sociedade. Que nossos catequistas, pela graça de Deus, sempre possam assumir sua vocação, missão e compromisso de evangelizar e espalhar o amor na Terra!

18 de janeiro de 2011

A FAMÍLIA

A Família é a base de toda ou qualquer pessoa. Na família devemos ter:
  • Amor: É o primeiro fundamento. O amor não deve ser demonstrado apenas nas palavras, mas também nas ações. Quem ama cuida.
  • Respeito: É o segundo fundamento. Os membros da família devem demonstrar respeito uns aos outros mesmo que haja desacordos, aceitando as diferenças, perdoando as ofensas e pedindo perdão quando ofender.
  • Compromisso: É o terceiro fundamento. Não importa o que aconteça, o compromisso é necessário para a sobrevivência da família. Cada membro da família é responsável por determinada tarefa, ou seja, o pai e mãe têm o compromisso de trabalhar para pagar as despesas da família. Os filhos enquanto são menores, têm o compromisso de serem obedientes aos pais, estudar e cooperar na organização da casa.
 Responda:
a – O que você acha da sua família?
b- Escreva sobre a sua família:
c- Você se considera um bom filho? O que falta para isso?
d- Você ajuda nos afazeres da sua casa? O que você faz?
e – Você costuma pedir a benção de seus pais ? Por que?
f- Por que a benção de seus é importante? Escreva sua opinião.

17 de janeiro de 2011

TARDE DE DOMINGO

No dia 16 de janeiro de 2011, ouvimos  pela internet a transmissão da missa do Padre Adilson Neres Vieira, diretamente da Matriz do Sagrado Coração de Jesus em Santanense-ITAÚNA/MG.
Padre Adilson despediu-se  daquela comunidade e no dia 23/01/1011, as 8h30min,  celebrará a primeira missa como administrador paroquial da paróquia Santo Antônio de Igaratinga.
Ainda não o conhecemos pessoalmente, mas sabemos que ele gosta muito de cantar, tocar gaita  e compor. As composições dele  são de profunda espiritualidade. 

O início da celebração nós não ouvimos, mas a homilia foi muito bonita.
Após a Oração Eucarística ele convidou as crianças para irem ao altar enquanto se cantava a introdução ao Pai Nosso:
Música: Há um momento em que as mãos devem se unir, e agradecer todos juntos na mesma oração. É o momento em que as vozes proclamam a mesma mensagem de amor, é a esperança que a paz certamente virá. Com confiança e amor, vamos rezar ,Pai ,Pai, Pai nosso que estais no céu... 

No momento do abraço da paz eles cantaram uma música linda, eu não conhecia. A letra é mais ou menos assim: (Deus quer a ti, Deus quer a mim , Deus quer a nós e as nossas mãos. Para abraçar, pra abençoar e pra louvar. As maravilhas que fez em mim, que fez em ti . Deus quer a mim, Deus quer a ti, Deus quer a nós e a nossa voz. Para rezar, para cantar e pra louvar , as maravilhas que fez em mim, que fez em ti).

No momento da comunhão o coral cantou outra música do Padre Adilson, que também é linda." MÃOS"
Após a comunhão Eucarística, a assembléia cantou outra música de Padre Adilson: "AVE MARIA"

Momentos finais:
Agradecimentos da paróquia do SCJ ao Padre Adilson Neres por tudo que ele fez pela paróquia inclusive a reforma da igreja. Pelo amor ás criancas, animando os jovens e animando com cantos as celebrações,  fortalecendo espiritualmente a comunidade, pela atençao dedicada aos enfermos e às comunidades rurais, pela humildade e comprometimento missionário e pela dedicação à vocação sacerdotal.

"Nas ondas da saudade, sentiremos o som empolgante de uma gaita, quando ouvirmos uma elevação de vozes na gruta de Itaúna, em louvores à Santíssima Mãe, pelos homens que ele trouxe para a igreja através do terço na gruta de Nossa Senhora".
(comunidade do SCJ-Santanense-Itaúna)

Em seguida, Padre Adilson agradece ao Padre José Justino, amigo e colaborador na paróquia, e convida-o para cantarem juntos "O amor talvez". A emoção tomou conta e pôde ser sentida no timbre das vozes.

Canção do Amor Talvez
Padre Zezinho (Perhaps Love)

O amor talvez é como o sol, nas trevas de alguém.
O amor é dar abrigo, quando a tempestade vem.
E quando tudo é escuro e a vida é solidão,
O amor é que ilumina o coração!

O amor talvez é a janela, que a luz do sol nos traz,
Nos convida a olhar por ela, e mostra muito mais:
E mesmo quem não queira ver, o sol com sua luz,
O amor suavemente ao sol conduz.
O amor quem sabe é como a flor,
Talvez o mal-me-quer…
Pra qualquer um, é gozo, é dor,
É um jeito de querer…
Tem gente que até mesmo diz, que amou e é infeliz,
E existe até quem se cansou, e nunca mais tentou.
O amor talvez se faça, de conflitos e paixões,
Ou das cinzas que era palhas, resquícios, ilusões.
Mas se eu viver mil anos, e então recomeçar…
Lutando pelo amor, vais me encontrar!

Em meio à tanta emoção, Padre Adilson cantou também a música "No dia em que eu saí de casa", de Zezé de Camargo e Luciano.
Alguém pediu para que ele cantasse mais uma , "SALVE MARIA" .
Emoções, abraços, declarações, presentes, mensagens, agradecimentos, cantoria e muita lágrima. Foi assim que pudemos sentir daqui, do outro lado da tela, o quanto  Padre Adilson é querido naquela comunidade, e que aquela homenagem era mais que merecida.
Pra finalizar eles cantaram a música "Canção da América", (de Milton Nascimento), enquanto ele foi homenageado com uma chuva de rosas e presenteado com uma placa contendo uma linda mensagem.

Canção da América
Milton Nascimento

Amigo é coisa para se guardar
Debaixo de sete chaves
Dentro do coração
Assim falava a canção que na América ouvi
Mas quem cantava chorou
Ao ver o seu amigo partir
Mas quem ficou, no pensamento voou
Com seu canto que o outro lembrou
E quem voou, no pensamento ficou
Com a lembrança que o outro cantou
Amigo é coisa para se guardar
No lado esquerdo do peito
Mesmo que o tempo e a distância digam "não"
Mesmo esquecendo a canção
O que importa é ouvir
A voz que vem do coração
Pois seja o que vier, venha o que vier
Qualquer dia, amigo, eu volto
A te encontrar
Qualquer dia, amigo, a gente vai se encontrar.

Segundo o repórter que transmitia a missa pela rádio, Padre Adilson  recebeu uma rosa das mãos de quase todos que ali estavam. E nós, da paróquia Santo Antônio de Igaratinga o esperamos de braços abertos e temos um presente para ele também.
Aqui está!
 Fique com Deus e com a proteção de Maria, nossa Mãe.

16 de janeiro de 2011

Entrevista com o Padre Adilson Neres Vieira - Jornal S´passo

O Padre Adílson Neres ficou conhecido nacionalmente e ganhou espaço no horário nobre das TVs brasileiras por conseguir reunir mais de dois mil homens para rezar, nas noites de quarta-feira, na Gruta de Itaúna. O movimento é conhecido como os “Homens do Terço" e já foi tema de inúmeras reportagens. Recentemente, Padre Adilson ganhou novamente espaço na mídia pelos seus dotes artísticos. Ele gravou o CD “Filhos de Maria” com 14 músicas, a maioria de sua autoria e na Exposição de Itaúna fez a abertura do show da Banda Rosas de Saron. Filho de Geraldo e Geralda Neres, Padre Adilson é natural de Padre Paraíso, no Vale do Jequitinhonha e teve uma vida como de qualquer outro adolescente. Estudou, viajou e foi noivo por quatro anos até decidir ir para o seminário. Atualmente ele é pároco da Igreja Sagrado Coração de Jesus de Santanense e na entrevista a seguir fala um pouco de sua vida e do CD.

Quando o senhor teve certeza que queria ser padre?
Descobri que queria ser padre observando os sacerdotes. Eu ainda participava de grupos de jovens e ficava olhando os padres nas celebrações. Ia muito a retiros e achava muito bonito o trabalho que eles faziam. A partir daí foi crescendo o desejo de também ser padre. E hoje sei que fiz a escolha certa.

Qual a formação do senhor? E como era sua vida antes do sacerdócio?
Sou formado em Teologia e minha vida foi como a de qualquer jovem. Trabalhava, estudava, me divertia com amigos em viagens e participava muito de encontros de jovens e dos grupos da igreja. Sonhava em constituir família como qualquer outra pessoa, tanto que fui noivo quatro anos. Porém, quando você percebe que o caminho a seguir é outro, você simplesmente o segue, e hoje sou muito feliz como sou.

O senhor é conhecido como o Padre do Terço. Como o senhor conseguiu juntar tantos homens para rezar? Eu comecei a observar que os homens visitavam muito a gruta, principalmente durante o dia. E sabendo como os rapazes são mais tímidos quando o assunto é rezar, tive a idéia de juntar um grupo para rezarmos juntos todas as quartas-feras. Começamos as reuniões com 17 homens, hoje são 2.500 toda semana. E lá todos têm liberdade de expressar sua fé, através da oração, da música e da fé.

O senhor gravou recentemente o CD Filhos de Maria. Fale um pouco deste CD e do repertório escolhido. Alguma música é especial para o senhor?
As gravações contaram com participações muito especiais, como dos cantores Eros Biondini e Léo Rabelo muito conhecidos no meio da música católica contemporânea. O CD tem 14 músicas, a maioria de minha autoria, e tem sim duas músicas que me tocam profundamente: uma é a música título, Filhos de Maria e a outra é Fio de Ouro. Estas duas composições falam direto ao coração.

Onde o CD foi gravado e onde estão sendo vendidos? Como o senhor fez o lançamento?
O Cd foi gravado no Stúdio Dominus em Belo Horizonte, com uma equipe muito profissional que nos ajudou muito. E os cd’s podem ser adquiridos em todas as secretarias das paróquias de Itaúna, e nas lojas de artigos religiosos da cidade, como na Sagrada Face, Jardim de Deus e Anuncia-me, ao preço bem acessível de R$ 15. Fizemos várias apresentações de lançamento a abertura do show da banda Rosas de Saron na última exposição de Itaúna e outra apresentação na Canção Nova. As próximas apresentações serão no dia 25 desse mês na Praça da Igreja de Santanense e no dia 28 na festa de São Judas Tadeu, no bairro São Judas. Temos outras datas de apresentações para serem definidas e confirmadas.

Como o senhor ver esse movimento de padres cantores? O senhor se inspira em alguém?
Este movimento é importantíssimo em minha opinião. A música tem o poder de resgatar, de nos fazer refletir sobre nossa vida, nossas ações como ser humano, nos leva para mais perto de Deus. Esse movimento trouxe de volta muitos fiéis que tinham se afastado da Igreja e hoje podemos ver novamente igrejas lotadas, um povo mais fervoroso, que está se aproximando mais de Deus que é o objetivo maior e principal desse movimento. E para falar a verdade, me inspiro em Santo Agostinho quando ele nos diz assim: “Quem canta reza duas vezes”, então minha inspiração é essa.

O senhor contou com algum patrocínio para realizar este trabalho?
Não contamos com nenhum tipo de patrocínio. Gravamos o CD com doações da Associação Filhos de Maria, e todas as despesas foram cobertas com esse dinheiro. Diante disso, resolvemos que parte da renda da venda dos Cd’s seria revertida para duas instituições filantrópicas da cidade. Então escolhemos a Avacci que trabalha na luta e recuperação de pessoas com câncer e a Magnífica que faz um belíssimo trabalho com dependentes químicos.

15 de janeiro de 2011

Corrente de oração pelas vítimas das enchentes no Brasil

Ó Senhora do Perpétuo Socorro, mostrai-nos que sois verdadeiramente nossa Mãe obtendo-nos o seguinte graça: amparai aos nossos irmãos vítimas dos desabamentos, consolai aos que perderam seus entes queridos, e dai o descanso eterno aos que morreram nessa tragédia. Alcançai-nos a mais terna confiança em vossa intercessão, Mãe do Perpétuo Socorro. Concedei-nos esse favor que reclamamos de seu poder e bondade maternal. Eterno Pai, em nome de Jesus e pela intercessão de nossa Mãe do Perpétuo Socorro, peço-vos atendei-nos. Amém. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!
( Reza-se 3 Ave-Marias)

http://semeandocatequese.blogspot.com/2011/01/precisamos-de-ajuda.html

14 de janeiro de 2011

Provérbio grego


Perante as leis de Deus, três classes de pessoas erram:
- Os que não sabem e não perguntam.
- Os que sabem e não ensinam.
- Os que ensinam e não praticam. .......

13 de janeiro de 2011

"DEFICIÊNCIAS"

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.
"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui..
"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.
"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.
"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.
"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.
"Diabético" é quem não consegue ser doce.
"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer. E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:
"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.
(Renata Vilela)

3 de janeiro de 2011

MUDANÇA

Para começar o novo ano, resolvi mudar tudo, inclusive o visual do blog.
Não sei se ficou melhor ou pior, só sei que ficou diferente!
Espero que vocês tenham gostado porque por enquanto, vai ficar assim.
Agora vou fazer uma mudança radical em minha casa no clima desta mensagem...

Casa arrumada

Casa arrumada é assim:
Um lugar organizado, limpo, com espaço livre pra circulação e uma boa entrada de luz.
Mas casa, pra mim, tem que ser casa e não um centro cirúrgico, um cenário de novela.
Tem gente que gasta muito tempo limpando, esterilizando, ajeitando os móveis, afofando as almofadas...
Não, eu prefiro viver numa casa onde eu bato o olho e percebo logo:
Aqui tem vida...
Casa com vida, pra mim, é aquela em que os livros saem das prateleiras e os enfeites brincam de trocar de lugar.
Casa com vida tem fogão gasto pelo uso, pelo abuso das refeições fartas, que chamam todo mundo pra mesa da cozinha.
Sofá sem mancha?
Tapete sem fio puxado?
Mesa sem marca de copo?
Tá na cara que é casa sem festa.
E se o piso não tem arranhão, é porque ali ninguém dança.
Casa com vida, pra mim, tem banheiro com vapor perfumado no meio da tarde.
Tem gaveta de entulho, daquelas que a gente guarda barbante, passaporte e vela de aniversário, tudo junto...
Casa com vida é aquela em que a gente entra e se sente bem-vinda.
A que está sempre pronta pros amigos, filhos...
Netos, pros vizinhos...
E nos quartos, se possível, tem lençóis revirados por gente que brinca ou namora a qualquer hora do dia.
Casa com vida é aquela que a gente arruma pra ficar com a cara da gente.
Arrume a sua casa todos os dias...
Mas arrume de um jeito que lhe sobre tempo pra viver nela...
E reconhecer nela o seu lugar.

Carlos Drummond de Andrade (1902-1987)

Casa arrumada é assim...
igual a casa da vovó!

1 de janeiro de 2011

DIA MUNDIAL DA PAZ


No dia 1º de Janeiro celebra-se o Dia Mundial da Paz. Não poderia haver data melhor. A cada ano que começa é como se zerássemos tudo e começássemos de novo. Tudo pode ser esquecido e, sobretudo, perdoado, condição essencial para a paz.

Em uma época de tantos conflitos, de tanta desigualdade e sofrimento, o novo ano surge como uma possibilidade de fazermos tudo diferente e melhor. 
Além da paz mundial e da paz em nossa sociedade, precisamos também exercê-la em nossas relações, cultivando a paz de espírito.
Como o dia 1º de janeiro foi escolhido pela ONU como o dia da Confraternização Universal, muitos países também comemoram essa data com esse sentido de confraternização.
Fonte: www2.portoalegre.rs.gov.br

Reflexão:

O dia mais belo? Hoje.
A coisa mais fácil? Olhar para vocês.
O maior obstáculo? O medo.
O maior erro? Abandoná-los.
A raíz de todos os males? O egoismo.
Os melhores professores? O tempo.
A primeira necessidade? Comunicar-se
A maior felicidade? Ver minha família sorrindo.
O maior mistério? A morte.
O pior defeito? O mau humor.
A coisa mais perigosa? A mentira.
O pior sentimento? O rancor.
O presente mais belo? Minha família.
A sensação mais grata? Um sorriso.
O melhor remédio? O otimismo.
A maior satisfação? O dever cumprido.
A força mais potente do mundo? A fé.
As pessoas mais necessárias? Meus pais.
A coisa mais bela de todas?
O amor que sinto pela minha família.
(Autor Desconhecido)