27 de fevereiro de 2012

FELIZ ANIVERSÁRIO DOM TARCÍSIO


Comemoramos hoje, dia 27/02, o aniversário de Dom Tarcísio, que é Bispo da Diocese de Divinópolis/MG.
Dom Tarcísio celebrará em ação de graças pelo seu aniversário uma Santa Missa, na Catedral Divino Espírito Santo (Divinópolis) às 19h.
Louvamos a Deus pelo dom da vida desse grande homem de Deus!

26 de fevereiro de 2012

HOJE É MEU ANIVERSÁRIO


Considero esta data muito especial, não somente por ser meu dia, mas porque é quando muita gente se lembra da gente.
Já parou para pensar nisso? Aniversário é uma data especial porque as pessoas te ligam, te abraçam, te enviam mensagens e as pessoas que são especiais aparecem para passarem alguns momentos com você. 
É assim: simplesmente especial.

OBRIGADA SENHOR PELO DOM DA VIDA!
Ivani Alves

25 de fevereiro de 2012

Notícias da catequese

Hoje, dia 25/02/2012,  as 16h,  iniciou-se a catequese na paróquia Santo Antônio de Igaratinga. A participação foi positiva, e muitos pais estiveram presentes acompanhando seus filhos.
Os catequistas demonstraram que estão muito entusiasmados e empenhados em trabalhar unidos,  fazendo com que nossa catequese seja cada vez melhor.


À COORDENADORA DA CATEQUESE DE NOSSA PARÓQUIA NOSSOS SINCEROS AGRADECIMENTOS  PELO CARISMA, DEDICAÇÃO E ENTUSIASMO.

As notícias da catequese estão aqui:http://wwwcatequese-ivani.blogspot.com/p/1-eucaristia-catequese-adultos-matriz.html.
Durante este ano de 2012, colocaremos muitas notícias nesta página, acompanhando o crescimento espiritual de nossas crianças.
QUE DEUS NOS ABENÇOE!

24 de fevereiro de 2012

O QUE É O AMOR?

Numa sala de aula havia várias crianças. Quando uma delas perguntou à professora: "Professora, o que é o amor?".
A professora sentiu que a criança merecia uma resposta à altura da pergunta inteligente que fizera. Como já estava na hora do recreio, pediu que cada aluno desse uma volta pelo pátio da escola e trouxesse o que mais despertasse nela o sentimento de amor.
As crianças saíram apressadas e, ao voltarem, a professora disse: “Quero que cada um mostre o que trouxe consigo”.
A primeira criança disse: “Eu trouxe esta flor, não é linda?”.
A segunda criança falou: “Eu trouxe esta borboleta. Veja o colorido de suas asas, vou colocá-la em minha coleção”.
A terceira criança completou: “Eu trouxe este filhote de passarinho. Ele havia caído do ninho junto com outro irmão. Não é uma gracinha?”.
E assim as crianças foram se colocando.
Terminada a exposição, a professora notou que havia uma criança que tinha ficado quieta o tempo todo. Esta estava vermelha de vergonha, pois nada havia trazido. A professora se dirigiu a ela e perguntou: “Meu bem, por que você não trouxe nada?”.
E a criança timidamente respondeu: “Desculpe, professora. Vi a flor e senti o seu perfume. Pensei em arrancá-la, mas preferi deixá-la para que seu perfume durasse mais tempo. Vi também a borboleta, leve, colorida! Ela parecia tão feliz que não tive coragem de aprisioná-la. Vi também o passarinho caído entre as folhas, mas, ao subir na árvore, notei o olhar triste de sua mãe e preferi devolvê-lo ao ninho. Portanto, professora, trago comigo o perfume da flor, a sensação de liberdade da borboleta e a gratidão que senti nos olhos da mãe do passarinho. Como posso mostrar o que trouxe?”.
A professora agradeceu a criança e lhe deu nota máxima, pois ela fora a única que percebera que só podemos trazer o amor no coração.

Encontrei esta mensagem no blog da Catequista Eugênia, onde encontrei também muitas novidades  para a catequese. Confira: http://catequesegenial.blogspot.com

22 de fevereiro de 2012

MOMENTO FELIZ

Compartilho com vocês a minha alegria por ter sido uma das ganhadoras do sorteio promovido pelo blog "CATEQUESE E PARTILHA".-  http://catequeseepartilha.blogspot.com/

Olha que coincidência maravilhosa. Vou ganhar um Almanaque de São Geraldo de 2012. Olha aí o que eu tenho. De 2006 gente! Tinha que ser meu mesmo uai. kkk

Agradeço a Ana Virgínia que promoveu o sorteio e realizou meu sonho de possuir um almanaque atualizado. Este livro é riquíssimo em conteúdo, vale a pena adquiri-lo.
Espero ansiosa pela chegada do prêmio. Já enviei meu endereço por e-mail.
Deus seja louvado!

21 de fevereiro de 2012

INÍCIO DA CATEQUESE



SALMO 23
1 O SENHOR é o meu pastor, nada me faltará.
2 Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.
3 Refrigera a minha alma; guia-me pelas veredas da justiça, por amor do seu nome.
4 Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me consolam.
5 Preparas uma mesa perante mim na presença dos meus inimigos, unges a minha cabeça com óleo, o meu cálice transborda.
6 Certamente que a bondade e a misericórdia me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do SENHOR por longos dias.

Texto para meditação.. 1Timóteo Cap.2. Versículos de 3 ao 6.
(Compartilhando o comentário)

20 de fevereiro de 2012

Corrente de oração

Maria passa na frente e vai abrindo estradas e caminhos.
Abrindo portas e portões.
Abrindo casas e corações.
A Mãe vai na frente e os filhos protegidos seguem Seus passos.
Maria, passa na frente e resolve tudo aquilo que somos incapazes de resolver.
Mãe, cuida de tudo o que não está ao nosso alcance.
Tu tens poder para isso!
Mãe, vai acalmando, serenando e tranqüilizando os corações.
Termina com o ódio, os rancores, as mágoas e as maldições.
Tira Teus filhos da perdição!
Maria, Tu és Mãe e também a porteira.
Vai abrindo o coração das pessoas e as portas pelo caminho.
Maria, eu Te peço: PASSA NA FRENTE!
Vai conduzindo, ajudando e curando os filhos que necessitam de Ti.
Ninguém foi decepcionado por Ti depois de ter Te invocado e pedido a Tua proteção.
Só Tu, com o poder de Teu Filho, podes resolver as coisas difíceis e impossíveis. Amém!


(Intenção particular)

18 de fevereiro de 2012

Missão Catequética: viver e aprender a evangelizar


Olhar no olho de uma criança e observar a alegria deles em vir à catequese é o objetivo de todo catequista. Um sorriso de uma criança no final do encontro é motivo de toda a igreja bater palmas, pois temos uma catequese evangelizadora.O ideal desse trabalho evangelizador é gratificante a medida que nos mesmos percebemos que não estamos fazendo nada obrigado e muito menos por compaixão, mais sim por que amamos a Cristo e sua proposta evangelizadora. Ser Catequista é amar, amar e amar de novo. É algo muito prazeroso. Evangelizar não é apenas passar os evangelhos. Evangelizar é sentir o outro, ou ainda melhor, é ver a alegria do outro e de nós mesmos no encontro com Deus. É o mesmo que mergulhar num oceano imenso, onde apenas podemos afogar do amor divino. Mergulhar em Deus é assim, afogamos de amor, de tranqüilidade, de paz e a conseqüência de tudo isso é que não conseguimos deixar de dar um empurrãozinho para que também o outro mergulhe nesse oceano imenso de tranqüilidade. Portanto, quando na caminhada evangelizadora o medo predomina, tem sempre uma mão que nos levanta e nos ajuda. Pedro, quando Jesus está caminhando sobre as águas no evangelho de São Mateus também teve medo. Vejamos; “ como o vento estava muito forte, teve medo e começou afundar e gritou: senhor, salva-me, e no mesmo instante Jesus estendeu-lhe as mãos” (Mt14,30 31).Essa mesma mão que levantou Pedro das águas, também nos levanta e nos salva de todo desânimo.“ide e evangelize a toda criatura”( Mt28,19)

Samuel Garcia de Morais
Catequista – Diocese de Caratinga

17 de fevereiro de 2012

Mutirão de Confissões 2012 - Fique por dentro!


Highslide JS
Notícias da Forania N.S. da Piedade- Diocese de Divinópolis/MG

Quando chega o tempo da Quaresma, todos nós, somos convidados ao sacramento da confissão. A Igreja não afirma que devemos confessar apenas no tempo quaresmal, mas para atender aqueles que não gostam de celebrar a páscoa de qualquer jeito, ela procura facilitar o acesso dos interessados a esse sacramento. Por causa disso, organizou o chamado "Mutirão" de confissões. Nesse mutirão, os sacerdotes de uma determinada região (Forania) da Diocese se agrupam para atender ao maior número de interessados. Na Forania N. Sra. da Piedade, o calendário de atendimento às confissões já está pronto. Confira as datas abaixo e procure aquela que mais facilitar sua vida. Apesar do mutirão,  os sacerdotes tem dias e horários de atendimentos. Para uma conversa mais longa ou direção espiritual procure evitar o dia do mutirão. Dê a preferência para quem não pode ir ao escritório paroquial por motivo de trabalho. Na foto: o último dia do mutirão de confissões na Paróquia Imaculada Conceição, em 2011.


28/02/2012 - Matriz São Pedro - 15 horas
01/03/2012 - Matriz de São Francisco - 15 horas
06/03/2012 - São José da Varginha - 18 horas
06/03/2012 - Matriz de S. Antônio - Pará de Minas- 16 horas
08/03/2012 - Matriz Nossa Senhora Auxiliadora - 15 horas
14/03/2012 - Matriz Nossa Senhora da Piedade - 15 horas
15/03/2012 - Matriz Santo Antônio - Igaratinga - 15 horas
15/03/2012 - Igreja N.S. das Dores - Antunes - 15 horas
20/03/2012 - Matriz Imaculada Conceição - 15 horas
22/03/2012 - Matriz de Sebastião - Florestal - 15 horas


Fonte: Rádio Santa Cruz de Pará de Minas- http://www.santacruzam.com

15 de fevereiro de 2012

TEMPO DE PREPARAÇÃO PARA A QUARESMA

Nos primeiros séculos da era cristã, perto do século IV a Quaresma era um período de penitência e renovação interior para toda a Igreja, com a prática do jejum e da abstinência. O jejum é canonicamente imposto ainda hoje aos fiéis capacitados, na Quarta-Feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa; a abstinência, em todas as sextas-feiras da Quaresma.

Na liturgia, o tempo quaresmal é marcado por paramentos e vestes roxas e pela omissão do "Glória" e do"Aleluia" na celebração da missa, cujos acompanhamentos musicais são bem discretos nessa época. A Quaresma católica se inicia na Quarta-Feira de Cinzas também no início ou no final da missa, quando o sacerdote põe sobre a cabeça dos fiéis, que se aproximam em procissão, um pouco de cinza, dizendo:"Porque tu és pó e ao pó hás de voltar" (Gn 3,19), ou, como atualmente alguns preferem: "Convertei-vos e crede na Boa Nova" (Mc 1,15).

Antigamente, o ato de salpicar cinzas era reservado apenas para os que desejassem assumir o arrependimento publicamente. Depois, a partir do século XI, o papa Urbano II, inspirado, estendeu a prática a todos os cristãos, porque todos nós somos pecadores. A partir do recebimento das cinzas, ocorre a conscientização pelo arrependimento que, associado à penitência do período quaresmal, possibilita a conversão cristã total, quando sincera. As cinzas simbolizam o nada da criatura em relação a seu Criador; são obtidas por meio da queima dos ramos de palmeira e de oliveira bentos no Domingo de Ramos do ano anterior.

O lecionário dominical divide-se em três leituras extraídas dos textos do Antigo Testamento sobre a história da salvação: ciclo A: uma quaresma batismal, segundo o livro do Êxodo; ciclo B: uma quaresma cristocêntrica, segundo o profeta Ezequiel; ciclo C: uma quaresma penitencial, segundo os profetas Oséias e Amós.

A Quaresma não é apenas um ritual de tradição; é o período de fortalecimento da Igreja, de retiro espiritual para toda a Igreja, no qual a liturgia chama à conversão, ao retorno a Deus, pois, embora a Páscoa de Cristo isso já tenha acontecido, o cristão está ainda a caminho do Reino. Isso quer dizer que Jesus cumpriu sua missão na Terra, foi crucificado para nos salvar e retornou aos braços de Deus-Pai. Mas nós - toda a humanidade -, para merecermos o Reino do Pai, devemos aceitar Cristo como seu Filho, que nos enviou o Espírito Santo; só assim faremos parte do rebanho escolhido. Por isso, a quaresma é um tempo nosso, de pessoal sinceridade e penitência, em que ocorre a libertação interior do que nos afasta da obediência à Santíssima Trindade e da caridade para nossos irmãos.

Na Quaresma, a Igreja peregrina é convidada a seguir o exemplo bíblico de Jesus, que viveu no deserto por quarenta dias, durante os quais ele que rejeitou a tentação de Satanás e afirmou ser o Filho de Deus.

Fonte: Paulinas

11 de fevereiro de 2012

Dia Mundial dos Enfermos


"Levanta-te e vai, a tua fé te salvou" (Lc 17,19)

Com esta citação de Jesus demonstrando que o sinal da cura ia mais além, o papa Bento XVI inicia a sua mensagem para o XX Dia Mundial do Doente, celebrado no dia de Nossa Senhora de Lourdes, 11 de fevereiro.

Para nós no Brasil, este dia se reveste de maior solenidade ainda, pois estamos a poucos dias da abertura da Campanha da Fraternidade, que justamente nos demonstrará um dos aspectos da importante Pastoral da Saúde, que é a questão da saúde pública. Além das visitas aos enfermos nas paróquias e nos hospitais, e das campanhas de esclarecimentos e de conscientização da responsabilidade pela saúde das pessoas, a preocupação com uma assistência sanitária digna do ser humano para os brasileiros clama nos corações de todos. 

Neste dia, unimos a nossa reflexão para que as pessoas experimentem a diferença que faz a fé em suas vidas quando se defrontam com a fragilidade da doença e da dor. O papa recorda os sacramentos de “cura”, ou seja, o sacramento da Penitência ou da Reconciliação e o sacramento da Unção dos Enfermos, que encontram seu cumprimento natural na comunhão eucarística. 

O tema mundial escolhido visa também ao Ano da Fé, que deverá ser “ocasião propícia e preciosa para redescobrir a força e a beleza da fé”. O papa recorda que “deseja encorajar os doentes e quantos sofrem a encontrar sempre uma âncora segura na fé, alimentada pela escuta da Palavra de Deus, da oração pessoal e dos sacramentos”. É fato que a doença, e suas consequências, afeta a todos. Torna-se, assim, uma dor comum de toda a humanidade, de todos os homens e mulheres. A doença envolve toda a pessoa, seja no seu aspecto físico – o mais sentido, certamente, – mas também no âmbito psicológico e mesmo espiritual. É assim um mistério que envolve o ser humano. 

A Igreja louva os progressos da medicina, e mesmo os apoia, visto que são no seu cerne uma manifestação do poder criador de Deus. Porém, sempre fazendo a ressalva de que acima de qualquer avanço tecnológico está a dignidade do ser humano. Jesus, ao curar, não o faz apenas e tão somente para eliminar a doença. Ele cura para libertar, salvar a pessoa. Libertar principalmente daquilo que a impede de realizar-se como pessoa, como filha de Deus.

Assim, na cura Jesus manifesta-se como o Salvador, o Messias. A cura das doenças por Jesus é um sinal de sua ressurreição, que é a primícia da nossa própria ressurreição. Portanto, seguindo os caminhos de Cristo, vencedor do pecado e da morte, a Igreja está solidária e unida a todos os doentes. 

Ao celebramos o Dia Mundial dos Enfermos, na memória da Virgem de Lourdes, a Igreja no Brasil também quer refletir sobre a questão da Saúde Pública na Campanha da Fraternidade 2012, e incentivar a todos para que se engajem na Pastoral da Saúde e trabalhem em todos os seus âmbitos. Com isso, a Igreja demonstra a sua solicitude constante para com os doentes, anunciando e testemunhando o Evangelho do sofrimento, iluminada pela fé. 

Sabemos da enorme contribuição que a Igreja dá em todos os cantos do mundo ao cuidado em relação aos enfermos. Seja no campo material, com seus inúmeros centros de assistência aos doentes — hospitais, casas de saúde, e outros — principalmente e sobretudo, no atendimento aos mais carentes e pobres.

Fazendo eco ao papa Bento XVI, também agradeço “àqueles que trabalham no mundo da saúde, assim como às famílias que nos seus próprios entes queridos veem a face sofredora do Senhor Jesus”. Em suma, queridos diocesanos, a Igreja quer e deseja promover e testemunhar o Evangelho de Jesus, não só em palavras mas com iniciativas concretas de assistência e cuidados para as multidões incontáveis de sofredores com os males da dor e das doenças. 

Que Nossa Senhora de Lourdes, Maria, Mãe de Misericórdia e Saúde dos Enfermos, interceda por todos os doentes, os profissionais da saúde, os enfermeiros e os dirigentes hospitalares a colocarem a pessoa humana e a sua dignidade de filhos de Deus acima de qualquer outra cultura, “para que a saúde se difunda sobre a Terra” (cf. Eclo 38.8).

Dom Orani João Tempesta, cisterciense, arcebispo do Rio de Janeiro
Jornal do Brasil - http://www.jb.com.br/

9 de fevereiro de 2012

Mensagem aos catequistas

Esta mensagem foi postada no blog do nosso grande amigo e catequista Jonathan Cruz (http://catequesecomcriancas.blogspot.com/). Tomei  liberdade para resumi-la e modificá-la um pouco. Hoje tem reunião para os catequistas de nossa paróquia para sabermos quem são nossos catequizandos e para prepararmos o grande dia, 25/02, início da catequese aqui na Matriz de Santo Antônio em Igaratinga. Vou levar esta mensagem para a coordenadora e tenho certeza que esta será muito útil para todos nós. Queremos começar este ano com mais alegria e entusiasmo. 

MENSAGEM...
Quando eu voltar, vou sorrir mais, serei mais eu e menos os outros. Brincarei mais, contarei mais histórias, cantarei mais e terei mais entusiasmo pelas coisas de Deus. Exercitarei mais os pequenos gestos. Deixarei claro que a catequese que eu vivo é autêntica, alegre, viva, cheia de vida. 
Quando eu voltar, darei mais abraços e menos broncas. Servirei a Deus com mais ânimo. Tentarei deixar de lado a cara amarrada, as frustrações e as dificuldades. 
Meus olhos precisam brilhar, pois é esse brilho no olhar que me faz mais humano, feliz, interessado, disposto, forte, corajoso, mesmo quando tudo parece ruir. 
Quando eu voltar quero amar mais ainda minha missão. Quero olhar com carinho, atenção e afeto cada rostinho que se apresentar na minha turma. O catequista precisa ter esse tipo de sentimento no coração. 
Quero me estressar menos com os rebeldes, me alegrar mais com os dispostos, e rezar por eles. 
Quero ficar menos triste com os pais pouco interessados, e vibrar com os pais que também vibram com as coisas de Deus e apoiam a catequese, e rezar muito por eles, para que permaneçam assim. 
Quando eu voltar, quero continuar amando a minha missão e arranjar tempo, em meio a tantos compromissos, para reuniões e encontros. 
Quando eu voltar, quero reclamar menos de tantas coisinhas que vivo reclamando. Minhas palavras precisam exprimir otimismo, satisfação, alternativas, indicar caminhos viáveis. Não podem ser palavras de desânimo e de lamúrias. 
Quando eu voltar, quero me entregar ao máximo à catequese, pois Deus confiou em mim para essa missão tão importante. Quero ajudar quem não tem o devido preparo e ser estímulo para tantos outros catequistas; e não apenas aquele que aponta erros, mas o que indica caminhos diferentes e ajuda a construir soluções. 
Quero ser mais humilde para reconhecer minhas limitações. 
Ser mais humano para saber ouvir o que os outros dizem. 
Ser mais filho e me ajoelhar mais diante do Pai. Frequentar mais o sacrário. Despojar-me diante do ministério infindável que é Deus. 
Rezar, rezar e rezar. Agradecer, agradecer, agradecer. 
Chorar, sorrir, engrandecer quem está ao meu lado. Diminuir-me diante do Altíssimo. 
Quero voltar, e que essa volta seja longa, duradoura, eficaz. 
Quero e preciso voltar, para que eu possa espalhar o amor, pois Deus me fez amor da cabeça aos pés. 
Gritemos juntos, numa só voz: "Eu estou voltando, e voltando com tudo. Pois a catequese é a minha missão”! 

QUE CRISTO SEJA NOSSA LUZ!

7 de fevereiro de 2012

DEUS É AMIGO DO SILÊNCIO

A oração começa pelo silêncio interior. Se queremos rezar, temos de aprender a escutar primeiro, porque Deus fala no silêncio do coração. E para sermos capa­zes de viver este silêncio e ouvir Deus, temos de ter um coração límpido, pois só um coração límpido pode vê-Lo, pode ouvi-Lo, pode escutá-Lo. E Ele escuta. Mas nós não podemos falar antes de O escutar no silêncio dos nossos corações. 
A oração não é sofrimento, nem pode constranger-nos ou perturbar-nos. A oração é um manancial de alegria. Regozijo­-me ao falar com o meu Pai, falar com Jesus, a quem per­tenço de corpo e alma, de espírito e coração. 
Reflitamos, então, no silêncio do espírito, dos olhos e das palavras. 
Silêncio do espírito e do coração: Lembrai-vos de Maria, que nunca lamentou fosse o que fosse. Lembrai-vos de São José quando estava perturbado. Apenas uma palavra sua teria podido dissi­par qualquer dúvida, mas Maria não a pronunciou, esperando que Nosso Senhor realizasse o milagre de provar a sua inocência. Se ao menos estivéssemos assim tão convencidos da necessidade de silêncio! Creio, então, que um cami­nho em direção à união íntima com Deus se abriria na nossa vida de crentes. 
O silêncio dos olhos, aquele silêncio que nos ajuda sempre a ver Deus. Os nossos olhos são como janelas através das quais Cristo ou o mundo chegam ao nosso coração. Precisamos frequentemente de muita coragem para os man­ter fechados. Não dizemos frequentemente: "Se não tives­se visto isto ou aquilo!"? E, no entanto, esforçamo-nos tão pouco para vencer o desejo de ver tudo. 
Com o silêncio da palavra aprendemos muito - a falar com Cristo, a permanecer sempre alegres e a ter uma quantidade de coisas para Lhe dizer. E Ele fala-nos por intermédio das outras pessoas e, quando meditamos, fala diretamente connosco. 
Deus é amigo do silêncio. Temos sede de encontrar Deus, mas Ele não se deixa descobrir nem no ruído nem na agitação. Vede como a natureza, as árvores, as flores e a erva crescem num silêncio pro­fundo. Vede como as estrelas, a lua e o sol se deslocam em silêncio. Quanto mais recebermos numa oração silenciosa, mais poderemos dar na nossa vida ativa. O silêncio dá-nos um olhar novo sobre todas as coisas. Temos necessidade deste silêncio para podermos tocar as almas dos outros. O essencial não está naquilo que dizemos, mas naquilo que Deus nos diz e naquilo que Ele transmite por nosso intermédio. 
Jesus ouve-nos sempre no silêncio. Nesse silêncio Ele escu­tar-nos-á; é aí que Ele fala às nossas almas e que nós escu­taremos a sua voz. No silêncio encontraremos uma energia nova e uma verdadeira unidade. A energia de Deus será a nossa a fim de realizarmos todas as coisas na união dos nos­sos pensamentos com os seus, na união das nossas orações com as suas, na união das nossas ações com as suas, da nossa vida com a sua" 

Beata Madre Teresa de Calcutá 

5 de fevereiro de 2012

Sete momentos de oração de Jesus


1- O chamamento dos apóstolos 
“Naqueles dias, Jesus foi para o monte fazer oração e passou a noite a orar a Deus. Quando nasceu o dia, convocou os discípulos e escolheu doze dentre eles, aos quais deu o nome de Apóstolo.” (Lucas 6, 12-13)Para se abrir totalmente à luz divina no momento em que vai chamar os seus discípulos para participarem na sua missão, Jesus passa toda a noite em oração. Não é a única vez em que reza durante a noite. E mesmo assim, um dos doze escolhidos chama-se Judas. Que mistérios nos desígnios ocultos de Deus! 

2- A confissão de Pedro 
“Um dia, quando orava em particular, estando com Ele apenas os discípulos, perguntou-lhes: «Quem dizem as multidões que Eu sou?» (...) «E vós, quem dizeis que Eu sou?» Pedro tomou a palavra e respondeu: «O Messias de Deus.»” (Lc 9, 18-22) 

3- A transfiguração 
“Levando consigo Pedro, João e Tiago, Jesus subiu ao monte para orar. Enquanto orava, o aspecto do seu rosto modificou-se, e as suas vestes tornaram-se de uma brancura fulgurante. E dois homens conversavam com Ele: Moisés e Elias, os quais, aparecendo rodeados de glória, falavam da sua morte, que ia acontecer em Jerusalém. (...) Surgiu uma nuvem que os cobriu; (...) E da nuvem veio uma voz que disse: «Este é o meu Filho predileto. Escutai-o.»” (Lucas 9, 28-36) 

4- O hino de júbilo 
“Nesse mesmo instante, Jesus estremeceu de alegria sob a ação do Espírito Santo e disse: «Bendigo-te, ó Pai, Senhor do Céu e da Terra, porque escondeste estas coisas aos sábios e aos inteligentes e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado. Tudo me foi entregue por meu Pai; e ninguém conhece quem é o Filho senão o Pai, nem quem é o Pai senão o Filho e aquele a quem o Filho houver por bem revelar-lho.»” (Lc 11, 1-2) 

5- A transmissão da oração 
“Sucedeu que Jesus estava algures a orar. Quando acabou, disse-lhe um dos seus discípulos: «Senhor, ensina-nos a orar, como João também ensinou os seus discípulos.» Disse-lhes Ele: «Quando orardes, dizei: Pai...»” (Lc 11, 1-2) 

6- A oração no Monte das Oliveiras 
“[Jesus] Saiu então e foi, como de costume, para o Monte das Oliveiras. E os discípulos seguiram também com Ele. Quando chegou ao local, disse-lhes: «Orai, para que não entreis em tentação.» Depois afastou-se deles, à distância de um tiro de pedra, aproximadamente; e, pondo-se de joelhos, começou a orar, dizendo: «Pai, se quiseres, afasta de mim este cálice; contudo, não se faça a minha vontade, mas a tua.» Então, vindo do Céu, apareceu-lhe um anjo que o confortava. Cheio de angústia, pôs-se a orar mais instantemente, e o suor tornou-se-lhe como grossas gotas de sangue, que caíam na terra. Depois de orar, levantou-se e foi ter com os discípulos, encontrando-os a dormir, devido à tristeza. Disse-lhes: «Porque dormis? Levantai-vos e orai, para que não entreis em tentação.»” (Lucas 22, 39-46) 

7- A oração de Jesus na cruz 
“Perdoa-lhes, Pai, porque não sabem o que fazem.”
“Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.” (Lucas 23, 34.46) 

4 de fevereiro de 2012

VIVER COMO AS FLORES

- Mestre, como faço para não me aborrecer? Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes. Sinto ódio das que são mentirosas. Sofro com as que caluniam. 
- Pois viva como as flores - advertiu o mestre. 
- Como é viver como as flores? - perguntou o discípulo. 
- Repare nestas flores - continuou o mestre, apontando lírios que cresciam no jardim. 
- Elas nascem no esterco, entretanto, são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas.
É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros o importunem.
Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora. 
Isso é viver como as flores.

1 de fevereiro de 2012

HORA SANTA PELO DIA MUNDIAL DA VIDA CONSAGRADA

Dia 02 de Fevereiro – Festa da Apresentação do Senhor

Refrão de interiorização
Deus é Amor. Arrisquemos viver por amor!
Deus é Amor. Ele afasta o medo! (repetir várias vezes) 

Anim. Hoje dia da Apresentação do Senhor, a Igreja recorda e reza pela vida consagrada. Estes nossos irmãos, através da vivência dos conselhos evangélicos se colocam no seguimento do Cristo, pobre, casto e obediente, com um coração indiviso para o serviço de Deus e da humanidade. É o próprio Papa que a põe em relevo, num tríplice objetivo: em primeiro lugar o Dia do Consagrado responde à íntima necessidade de louvar mais solenemente o Senhor e agradecer-Lhe o grande Dom da vida consagrada. (...) Em segundo lugar, esse Dia tem o escopo de promover o conhecimento e a estima pela vida consagrada, por parte de todo o povo de Deus. (...) O terceiro motivo refere-se diretamente às pessoas consagradas, convidadas a celebrar em conjunto e solenemente as maravilhas que o Senhor realizou. Queremos elevar ao Senhor um hino de agradecimento e de louvor pela própria vida consagrada. Se ela não existisse, como seria mais pobre o mundo! Preparemos o nosso coração para acolher Jesus Cristo Sacramentado.